O capacho da loja

October 9, 2010
Eu estava fora da faculdade durante uns anos quando consegui um
emprego de trabalho com estoque em uma loja local. A gerente era uma
linda garota com quem eu tinha estudado na escola. Seu nome era Ana, e
eu tinha uma grande queda por ela mas nunca tive coragem de chegar
junto dela porque eu não a conhecia direito e ela era do tipo
arrogante e intimidativa e eu tinha medo de ela me rejeitar e, do pior
modo possível - rindo na minha cara e contando a notícia para todos na
escola. Agora que eu estava trabalhando com ela, minhas esperanças
idiotas de conseguir ter ela pra mim estavam de volta. Ela era tão
linda e animada - seu cabelo marrom, lindos olhos castanhos, amplos
seios, um lindo traseiro apertadinho e como eu posso esquecer este
detalhe que seria o meu ponto mais fraco - seus bem feitos e lindos
pés. Perfeitos de tamanho 36 - os pés de Ana eram de se morrer por
eles. Na metade do tempo ela escondia eles em um simples tênis branco,
e na outra metade ela usava chinelos leves de borracha. Seus chinelos
eram um pouco grande demais para o seu pé então as partes de trás
caiam do seu calcanhar a cada passo que ela dava. Ela raramente usa
meias com os chinelos e isso fazia com que eles fizessem ainda mais
aquele barulho característico quando ela andava - além de me tentar
deixando à mostra uma pequena visão do seu calcanhar e parte da sola
de seus pés. Eu amava especialmente quando ela me levava pela loja,
dizendo-me o que eu tinha de fazer enquanto usava aqueles chinelos,
porque eu podia andar atrás dela e admirar, hipnotizado pelo flap-
flap-flap dos seus chinelos.
	Ana me tratava com uma atitude condescendente. Ela era bem
mandona e demonstrava um pouco de prazer sádico pregando pequenas
peças em mim - como dizendo que faltavam R$ 50,00 na minha caixa
registradora quando na verdade não faltava - apenas para me deixar
embaraçado. Era óbvio que eu era um nada para ela - apenas um peão
baixo para ser mandado. Mas eu não podia demonstrar meus sentimentos
pra ela, e na verdade, sua crueldade meio que me excitava.
	Eu lembro de um dia em que eu estava trabalhando na caixa
registradora e deu um problema na fita, então eu chamei por Ana.
Depois de mais de 5 minutos ela ainda não havia vindo então eu chamei
ela outra vez. Finalmente ela apareceu, vindo para a entrada da
frente. "Desculpe pela demora," ela disse meio
sem ar, "Eu estava sem os tênis e as meias lá atrás." "Bom, da próxima
vez eu acho que você poderia vir descalça se é mais rápido. Eu estou
empacado aqui," eu falei. "Talvez eu venha, seu inteligente," Ana me
disse com um ar de mofa.
	Nem queira saber - no dia seguinte estava no trabalho na hora do
almoço quando chegou Ana - descalça, segurando seus chinelos nas mãos.
Eu engoli em seco. Seus pés estavam tão maravilhosos que eu queria
ajoelhar ali mesmo e cobrir eles de beijos. Não apenas isso, mas os
seus lindos dedinhos com as unhas
pintadas de rosa estavam me dando um grande tesão. Eu tentei não ficar
olhando mas eu simplesmente não conseguia tirar os meus olhos dos pés
de Ana. Ela parou no outro canto da mesa, onde Daniele, outra pessoa
que trabalhava na loja e amiga de Ana, estava sentada. Ana soltou os
chinelos e eles caíram no chão. Suspirando, ela sentou. "Ana!" Daniele
falou, "Você não pode andar por aí descalça na loja!" "Eu sou a
gerente então eu posso andar descalça do jeito que eu quiser," Ana
resmungou de volta, colocando seus pés descalços em cima da mesa.
"Além disso - ontem o Marcos me falou que queria que eu ficasse
andando descalça para que ele possa olhar para os meus lindos pés!"
Ana e Daniele deram risada. Envergonhado, eu protestei dizendo que não
foi isso que eu tinha dito. "Você acha os meus pés bonitos, não acha?"
Ana perguntou, me olhando nos olhos e balançando os seus dedinhos
sexys. Droga! Como ela sabia? Ela me pegou olhando? Me sentindo
embaraçado, eu decidi ser honesto, imaginando que Ana pudesse apreciar
o meu elogio aos seus pés. "É...Na verdade os seus pés até que são
bonitos," Eu admiti de modo fraco. "Aaaaah!" Ana fez com prazer, e ela
e Daniele começaram a rir. Um tempo depois, Ana tirou os pés da mesa,
calçou os chinelos, e saiu da sala de descanso - mas não sem antes me
bater na cabeça e dizer sarcástica "Você é um bom empregadinho" - e
isso, claro, ocasionou mais risadas dela e de Daniele. Eu estava muito
irritado e, ao mesmo tempo, excitado. Assim que Ana saiu da sala,
Daniele gozou de mim dizendo "É...Na verdade os seus pés até que são
bonitos," me imitando. "Ora, cale a boca," eu resmunguei.
	Mais tarde naquele dia Ana me levou no estoque para me mostrar o
que eu tinha de arrumar. Quando eu abaixei pra pegar uma caixa, ela
descalçou um de seus pés do chinelo. "Nossa, meus pés estão tão
cansados," ela reclamou. "que tal uma massagem?" Eu olhei para o seu
lindo pé e sabia que eu não iria conseguir resistir à chance de
acariciar este pé perfeito. "Claro," eu disse, esperando que não
soasse tão óbvio. Ana sorriu. "Ótimo. Vamos para a sala de descanso,"
Ana disse, deslizando o pé de volta para o chinelo, e indo naquela
direção. Flap-flap-flap. Meu coração batia forte. Quando nós chegamos
na sala, Ana sentou na poltrona e fez sinal para mim sentar do outro
lado. Eu sentei e ela esticou as pernas de modo que seus pés
descansaram no meu colo. Seus chinelos, que ela poderia ter facilmente
tirado, ainda estavam nos seus pés. "Tire os meus chinelos," ela disse
em uma leve e forçada voz. Eu fiz como ela ordenou, gentilmente
colocando os seus chinelos na mesa de almoço. Secretamente, eu desejei
levar um até o meu nariz e aspirar o aroma dos pés de Ana. Meus olhos
brilhavam de admiração, eu tomei os pés de Ana e comecei a tocá-los -
as
solas, os dedos - para trás e para a frente, gentilmente massageando-
os. Era tão bom senti-los nas minhas mãos. "Aah, isso é tão bom. eu
adoro ter os meus pés acariciados." Ana parou por alguns segundos,
apreciando o meu aplicado tratamento dos seus pés. "Você adora fazer
isso, não é?" Ana perguntou, inquiridora. "O que? " eu falei. "Ora,
deixe disso!" ela falou. "Você gosta de acariciar os meus lindos pés!
Você provavelmente quer beijá-los e chupar os meus dedos também! Eu
aposto que você está durinho agora, seu fetichistazinho!" Ana moveu
seu pé esquerdo para o meio das minhas pernas. Ela tocou em minha
ereção. Oh, que tesão! Eu podia sentir o meu pau ficando começando a
ficar molhado. Tentadoramente ela moveu o pé de volta para onde ele
estava. "Se você me pedir com jeito, eu deixo você chupar os meus
dedos," ela disse sedutoramente. Mais do que tudo eu queria colocar os
dedos de Ana em minha boca e chupá-los até não poder mais, mas com uma
onda de pânico eu pensei que qualquer um poderia entrar pela porta da
sala e me ver ali fazendo isso. Já seria embaraçoso ser pego
massageando os pés de Ana, imagine então se alguém me pega chupando os
pés de minha chefe? Olhando para os pés de Ana, vendo aqueles dedos de
unhas brilhantes
pintadas de rosa, só levou dois segundos pra mim decidir que eu não me
importava. Eu iria chupar os dedos de Ana e enfrentar qualquer
situação ridícula e vergonha que fosse preciso, caso eu fosse pego.
Mas eu ainda queria manter isso em segredo. "Você não vai contar pra
ninguém se eu fizer, vai?" eu perguntei. "Claro que não," Ana falou
insinuante, "Isto será só entre você, eu e os meus lindos dedinhos.
Mas você tem que pedir permissão antes." "Ana, posso chupar os seus
dedos?" eu perguntei, amavelmente passando minhas mão em seus pés
enquanto eu disse isso. "Não. Assim não. Você tem que dizer 'Por favor
Chefe, posso chupar os seus pés?'" Ana falou, um olhar sádico em seus
olhos. Meu pênis estava completamente ereto, mas foi com a máxima
humildade que eu implorei, "Por favor, Chefe, eu posso chupar os seus
pés?" "Sim, meu queridinho, eu lhe permito," Ana disse sarcástica,
levantando um dos seus lindos pés até a minha cara. Com grande fervor,
eu comecei a chupar os seus dedos, apreciando a sensação deles, o seu
cheiro, o seu gosto. Ana começou a brincar com a minha calça com o seu
outro pé. Entre o gosto do dedo em minha boca e o pé perfeito mexendo
no pênis, não levou muito tempo até que eu não pudesse mais segurar o
meu gozo. No clímax do momento, eu suspirei  "Ooh!!"- tomando cuidado
para não morder o dedão de Ana, que estava enfiado na minha boca. Com
um espasmo, eu gozei dentro do meu shorts, embaixo da calça. Neste
momento Daniele entou dentro da sala rindo histericamente.
Completamente mortificado, eu tirei a minha boca dos dedos de Ana e
olhei para a minha calça manchada. "Eu estava atrás da porta o tempo
todo! Você não imagina o quanto foi difícil de não rir. Meu deus, você
é um patético pervertidozinho, Marcos! Ana, sua chefe, teve você
chupando os pés dela!" Daniele exclamou. Ana levantou com
naturalidade."Você é patético, Marcos," ela disse. As palavras
ecoaram. Ela virou para Daniele. "Não foi o máximo o modo como eu tive
ele completamente em minhas mãos usando apenas os meus pés? Ele não é
meu empregado, ele é meu escravo!" As garotas riram histericamente.
Completamente humilhado, eu levantei e disse "Eu tenho outras
coisas pra fazer além do abuso de vocês." "É, como limpar as
suascalças, capacho!" Daniele exclamou. "Espere, Marcos, você tem que
colocar os meus chinelos de volta pra mim," Ana falou, friamente.
"Coloque a droga dos seus chinelos você mesma," eu disse de qualquer
jeito. "Ora, que isso, Marcos. Desculpe por ter gozado de você. Agora
calce os meus chinelos pra mim," Ana falou. Eu sabia que só estava me
fazendo de bobo, mas eu estava tão desesperadamente cego de amor por
Ana que eu me vi fazendo a ela o último favor.
Com Ana e Daniele olhando maravilhadas, eu peguei os chinelos de Ana e
coloquei eles de volta nos seus pés. "Obrigado...escravo!" ela disse
triunfante.
E desde então era verdade: eu era o escravo dos pés de Ana.
Agora que ela sabia do meu ponto fraco, ela usava isso para se
aproveitar de mim e me manipular até não ter mais fim. E eu entrei no
jogo dela, permitindo a ela qualquer coisa, mentindo para mim mesmo,
dizendo-me que ela tinha sim uma afeição por mim. "Agora seja um bom
garoto e faça o seu serviço, Marcos, e talvez eu deixe você beijar os
meus pés depois," ela diria pra mim, não se importando com quem estava
por perto. Logo todos já sabiam. Até na locadora ao lado todos sabiam
que eu era o "escravo submisso" e "capacho que vivia aos pés de Ana."
Às vezes, quando eu fazia algo errado no trabalho, Ana tirava um dos
chinelos e me batia na nuca ou, brincando, no meu traseiro. Ana e
Daniele passaram a me chamar de "escravo" e "capacho". Eu supunha que
poderia fazer uma reclamação a respeito de sua humilhação, mas Ana e
eu sabíamos que eu nunca faria isso. Eu estava completamente à mercê
dela. Ela até me fez comprar pra ela alguns novos pares de sapatos.
Uma bota preta e uns de salto alto pretos. Um dia ela usou os sapatos
para trabalhar e bradava como eu havia comprado sapatos pra ela e como
eu era "apaixonado pelo seu dedinho." Mas, oh, que dedos eles eram. Eu
aguentava uma semana do pior abuso imaginável - às vezes eu ficava à
beira das lágrimas - apenas para ter permissão para beijar os lindos
pés de Ana e chupar os seus finos dedinhos e ver o olhar de prazer nos
seus olhos.
Algumas vezes ela chutava os seus chinelos no chão da Registradora I -
de um modo a marcar o seu território - e andava pela loja descalça.
Então, geralmente em torno de uma hora depois, ela me chamava pelo
auto-falante para levar a ela os seus chinelos na sala de descanso ou
no escritório.  E, como um leal servo servindo uma Princesa, eu levava
os seus chinelos pra ela. E quando eu me abaixava para apanhá-los, ali
embaixo do balcão onde ninguém me via, eu beijava a borracha de seus
chinelos e passava a minha língua pelas solas sujas, completamente
tomado de devoção à Pricesa Ana, minha chefe e cruel Dominadora.

Dama do Inferno

October 9, 2010
O relato foi postado na lista Gatas de Solas lindas, e apesar de ser uma lista voltada para pés masculinos, me surpreendeu a coragem desta menina em ousar expor este relato na lista. Aliás, ousadia é a palavra de ordem da Dama Inferno. Irreverente e transgressora ela abusa em personalidade e atitude. O texto abaixo é gostoso e rápido de ler. Garanto qua qualquer homem ou mulher se sentiria lisonjeado em ter tal tratamento. A foto abaixo é do Cae, um dos pés masculinos mais lindos e bem cuidados que já vi. Acho que a Dama Inferno concordaria comigo.

“Me lembro do dia em que reparei neles pela primeira vez. Eles sempre estiveram ali, claro, mas, foi exatamente há quinze anos atrás que os reparei, nem sei se por causa da sujeira tamanha em que se encontravam, só sei que naquele dia, quando bati os olhos neles, é que decidi que os limparia e os trataria com carinho e, assim o fiz. Levei-os para tomar um banho, aliás foi mais do que isso, pode-se dizer que os deixei de molho. Depois de ensaboados, os lavei e sequei bem, curva por curva. Já no quarto aparei suas unhas e depois os enchi de creme aproveitando para massageá-los, enquanto os sentia relaxando entre minhas mãos. Canela – usei creme de canela, é o meu preferido.
Quando os vi ali limpinhos, cheirosos, relaxados, nus, descalços, brincando no carpete, é que pude realizar o quanto eles eram lindos, perfeitos, exóticos como uma peônia. Talvez vocês não entendam mas, a verdade é que comecei a sentir uma sensação diferente que me subia pelas pernas, ía até as coxas e me voltava à raiz. Talvez pela novidade da situação, não sei, mas senti que precisava tomá-los, acariciá-los por inteiro, mas o medo da possível resistência deles me fazia reticente. Achei que seria mais prudente se eu começasse a brincadeira apenas com um e se eu sentisse que o outro também não resistiria faria depois com o outro. Foi assim que sentada na cama comecei a trazer um deles em minha direção … devagar … eu não tinha pressa, o tesão pela novidade e pelo toque de minhas mãos aumentava com a rapidez oposta à lentidão com que eu o trazia para minha boca. Quando encostei minha língua nele, senti que ele deu uma encolhidinha mas não hesitou e eu continuei lambendo membro por membro, canto por canto. Percebi que ele sentia cócegas mas ele me deixou tocar em cada ponta, em cada volta, em cada veia, em cada carne que o compunha. Achei que as cócegas seriam por causa da falta de experiência.
À essa altura, o outro já estava querendo o mesmo tratamento dispensado ao primeiro e eu não podia recusar. A sensação não foi diferente da anterior: de minha parte, muito tesão, muita língua, muitas chupadas. Eu lambia cada espaço entre seus dedos, lambuzava suas curvas, chupava e mordiscava seus montes e depois usava todos os meus dedos para secá-los. Ele, um tanto quanto inexperiente, tremia, sentia cócegas, ora se encolhia ora se arrepiava. E foi assim, cada vez mais tesa, cada vez mais deslumbrada com este novo fetiche que me descobri uma podólatra.
Quando penso em sexo, penso neles, tudo começa por eles, pelos meus pezinhos, ou pelos seus, se preferir… Ao conhecer alguém, reparo em seus pés, se estiverem limpos e bem cuidados, sinto tesão, enlouqueço, imagino que tudo o mais é delicioso, limpo e cheiroso. Já me perguntaram porque eu gosto de pés, se tem a ver com submissão, é óbvio que não. Não é submissão, é força, nossos pés são nossas raízes, são os eixos que sustentam nosso corpo. Eles são a saída de energia captada por nossa mente. É mais do que justo que na hora da sedução eles sejam o portal de entrada que dá boas vindas para o desejo invadir nossos sentidos.”

Delírios de um podolatra

October 9, 2010

Sempre tive queda por um pezinnho , desde minha adolescência ao sentir atração por uma garota sempre observava seus pés, o tamanho, seus dedos, suas solas as unhas e etc. Esta paixão sempre acompanhou por minha vida, quando conhecia uma garota sempre procurava ver seus pés se possível tocá-los, acariciá-los, chupá-los e cheirá-los, alias adorava quando a garota depois de um dia com aquela sandália, chinelo ou qualquer calçado que agasalhasse seus pés retirava-os e eu numa loucura total ia ao encontro deles para apreciar todo aquele cheiro que exalava de seus pés, em muitas ocasiões foi o desfecho de vários namoros, pois era incompreendido por algumas mulheres, achavam nojento a minha atitude, e algumas vezes elas adoravam fazendo o meu jogo colocando a minha disposição todo aquele pezinho, e eu como bom podólatra cheirava, chupava-os chegando até a masturbação enchendo todo aquele pezinho com minha porra.

Numa ocasião quando estava em meu escritório recebi a visita de uma cliente que venho procurar-me para informar-se nos procedimentos para o seu divórcio, ela era estonteamente linda, quando ela sentou na cadeira e cruzou as pernas, meus olhos logo se dirigiram para os seus pés, eram lindos, calçava uma sandália de salto sua unhas estavam pintadas de vermelhas e seus pés ainda estavam molhadinhos pois naquele dia fazia muito calor. Ela percebia o meu interesse pelos seus pés, e isto parecia atiçar seu interesse em mim. Eu não conseguia descolar os meus olhos de seus pés, estava louco, como queria aqueles pés. Num movimento repentino ela deixou cair no chão bem próximo de seus pés a caneta que encontrava-se em sua mão, prontamente abaixei-me para apanhar, mas direcionando o meu nariz em direção a seus pés com o objetivo de sentir o cheirinho de seus pés, foi quando ela colocou seus pés na minha cara, e eu fiz o jogo dela comecei a acariciar seus pés, passando a língua em toda a sua extensão, eu estava deitado no chão, ela levantou-se e tirou as sandálias e começou a esfregar na minha cara os seus pés, naquela posição consegui ver por debaixo de seu vestido que estava sem calcinha, sua bucetinha toda raspadinha, me excitava mais ainda, mas esperei mais algum tempo antes de poder chegar lá, aproveitei aquele tempo para ficar chupando, lambendo e cheirando aqueles pés. Do seu pé exalava um chulezinho que me levava ao máximo do tesão, então pus em cima da mesa com as pernas para cima e comecei a chupar a sua buceta, ela estava toda molhadinha. Em minha boca estava seus pés e o meu pau encontrava-se todo em seu interior, e assim permanecemos até o final da tarde em meu escritório. No final ela conseguiu o seu divórcio e eu consegui uma esposa.


Podolatria

October 9, 2010

A casa ao lado foi desocupada com a morte da viúva e, por alguns, meses permaneceu como que abandonada. Do quintal, Lucas olhava desolado por sobre o muro da divisa as ervas daninhas avançando sobre as roseiras tão persistentemente cultivadas e sentia uma certa nostalgia ao recordar a vetusta figura curvada sobre botões e espinhos no ocaso da vida. Depois de algum tempo, apareceu o filho herdeiro que mandou cimentar o que fora um jardim, e depois da mão de tinta convencional que cobre as lembranças e os indícios da presença, colocou a casa para alugar.

Num sábado, poucas semanas depois, um caminhão encostou descarregando a mobília de quatro moças muito animadas falando aos borbotões. Lucas comentou com a mãe que deviam ser estudantes da universidade e que suas presenças talvez emprestassem finalmente uma nota alegre nesta rua de aposentados e recém-casados. Na mesma noite ouviu-se um arrastar de móveis e um matraquear insistente permeado de gritinhos e exclamações. Lucas ficou na sala até muito tarde, mantendo baixo o volume da TV, e tentando absorver os sons da vida nova instalada a poucos metros de si. Era um jovem muito tímido, filho único, mãe e pai extremamente religiosos que cultivavam uma noção de pecado, que abrangia tudo que não fosse retidão, contenção ou humildade. Fora marcado para sempre quando surpreendido descobrindo a si mesmo e às surpresas dos hormônios em certas experiências solitárias nos primórdios da adolescência; e a coisa tomou um rumo meio desconcertado. Foi-lhe sugerido que essas práticas fariam sua virilidade desaparecer e que consumiria sua energia exsudando vergonhosos e reveladores estigmas purulentos no rosto.

Das novas vizinhas, uma o fascinava especialmente. Seus longos cabelos castanhos em rabo de cavalo revelavam um rosto autoconfiante, de riso fácil e olhos quase verdes que encaravam e faziam Lucas corar. Nos segredos da blusa pendulavam a feminilidade madura que explodia em curvas ladeira abaixo. E lá, no fim do caminho, os pés. Elegantes, delicados, obra-prima da natureza onde os tarsos harmonizavam com o delicioso calcâneo, onde a graciosa curvatura dos artelhos dava o acabamento perfeito ao dorso róseo e à pegada milagrosa. Um Lucas siderado fora a eles apresentados desnudos quando a viu regando a calçada. Nesse momento, ele descobriu como seria fácil adorar sem se expor, e mesmo cabisbaixo, lhe seria possível admirar e saborear os encantos das mulheres. E nenhuma outra parte do corpo é tão cultivada e paparicada como os pés. De sandálias, salto alto, plataforma, tênis, chinelas, pantufas, que riqueza de vestuário! Qual a intimidade maior daquela em que, de pernas largamente cruzadas, sobre o sofá, se passa o delicado pincel no ornamento esmaltado das pequenas unhas? E o que dizer do lânguido balançar distraído dos pés a brincar de se libertar do calçado? Foi disso que o desejo de Lucas se alimentou.

Em um determinado fim de tarde, com o coração a esmagar seu peito, pulou a divisa murada e furtou do varal vizinho uma meia soquete que sabia pertencer aos pés da amada. Deitava-se com ela nas mãos ou sob o rosto, ou ainda muito junto ao corpo que se fazia adulto. Antes de adormecer aspirava profundamente a intimidade dos vestígios de seu cheiro no algodão branco com listras vermelhas. Com o tempo a possuiu de todas as maneiras de que eram capazes sua imaginação e paixão e a fez amante.

Homem feito, a carregou para todos os lugares e lhe foi fiel. Mesmo casado, a soquete branca e de listras vermelhas era o vértice do triângulo no leito conjugal, e só podia amar depois de aspirar o fantasma daqueles pés que não mais sabia por onde andavam.


A Pirata

October 9, 2010
Tava hoje navegando em meus links quando, só pra variar, fui ao Evil Women. Para os que não sabem este blog é um dos poucos em português (com textos em inglês também) que tem contos e matérias sensacionais sobre Giantess e Malvadas. A malvada Beattrice já até andou aterrorizando por lá… risos. Quem que curte Giantess ainda não leu Beattrice e os três filhos de Pedro Lozada?! Estava há séculos sem atualização e tive uma deliciosa surpresa ao ver que o autor, Pedro Lozada, decidiu colocar a mão na massa e postar uma história malvadinha. O texto é A Pirata, curtinho, delicioso de ser lido e as imagens… Quem gosta de piratas e malvadas, não deve deixar de ler.

Eu não sabia o que fazer. Não queria nem viver. Queria apenas ficar perto daquela deusa. Abaixei minha cabeça e comecei a beijar e lamber suas botas sofregamente,enquanto as lágrimas me escorriam pelo rosto. Alguns piratas tentaram me tirar dali, mas ela disse:

- Deixem o verme me adorar. Eu mereço. E é a última coisa que ele vai fazer. – E levantou a ponta da bota, apoiando-a no calcanhar: – Lamba a sola, verme. É onde está a sujeira, o que você merece.


Entendimento mutuo

October 9, 2010
Rafaela mordeu o lábio inferior.

- Ô… Posso te pedir uma coisa?

- Pede, querida. O que é?

Ela revirou os olhos, ajeitou o cabelo atrás da orelha, mordeu novamente o lábio três vezes seguidas. Respirou fundo, abriu a boca com intenção de dizer algo. Mas não disse. Apoiou o pé no joelho dele e ficou procurando pelinhos brancos na calça, do mesmo jeito com que um geneticista olha pelo microscópio no momento de fertilizar um óvulo.

- Rafaela…O que você quer me pedir?

Ela levantou os olhos durante três segundos, mordeu o lábio inferior e começou a tirar os pelinhos da calça. Hudson ficou sem entender.

- Rafaela………………………?

Rafaela encarou fixamente a lâmpada do teto.

- Eu queria… – Olhou pra ele. Deu um meio-sorriso de canto de boca, como se fosse falar algo engraçado, ou bizarro, ou inusitado, ou surpreendente, ou… – Ah, esquece. Eu tenho vergonha.

- Mas vergonha do quê? É só pedir!

- Ah, é que… Ah, não… Ah, esquece. Ah, era uma coisa boba.

- Tô ficando encafifado com isso, Rafa. Se é uma coisa boba, porque você tá fazendo esse rodeio todo? Fala e pronto; se eu puder, eu faço.

Outro longo silêncio. A população de pelinhos brancos estava sendo vítima de uma metódica chacina pelos dedos de Rafaela. Hudson tentava olhar através da cabeça da moça, pra saber o que ela quase-disse-mas-não-disse-por-vergonha-de-dizer.

- Ei, Rafa? Rafa? Me diz o que era…

- É uma coisa boba, boba. -Ela mordeu cinco vezes o lábio inferior e o superior, alternadamente. Respirou fundo. – Eu queria que você fizesse uma coisa…

- E…………..?

Rafaela parecia em dúvida sobre o impacto que o pedido poderia causar. Hudson teve medo de que ela sugerisse um pacto de sangue, ou revelasse ser de alguma seita que castrava homens de 23 anos, ou que repetisse aquela sugestão ridícula do vibrador. Um arrepio subiu pela espinha e desceu novamente. Cruzes.

Rafaela alternava olhares entre a lâmpada do teto e os arabescos do tapete. Falar ou não falar? Como ambos os objetos permanecessem silenciosos, ela decidiu sozinha. Fechou os olhos, botou a pontinha da língua pra fora, abriu os olhos. Olhou pra Hudson por baixo das sobrancelhas, apoiou o outro pé no joelho dele e pediu baixinho:

- Beija o meu pé?

Hudson abriu um sorriso de alívio e divertimento.

- Então era isso? Mas por que tanta vergonha pra pedir algo tão simples?!

- Ah, vergonha, ué.

- Boba.

Com suavidade, fez uma curvatura e beijou o pé de Rafaela, logo acima dos dedos.

- Pronto, missão cumprida!

Rafaela engoliu em seco e deu um meio-sorriso pra disfarçar o anti-clímax. Não foi discreta o suficiente.

- Ei, Rafa, o que foi?

- Ah… Sei lá, Hudson. É que…ah, esquece.

- Cê tá me deixando confuso! Fala logo o que foi, poxa.

Rafaela respirou bem fundo e disparou:

- Ah, é que quando eu falei “beija o meu pé”, na verdade eu queria que você lambesse a sola, chupasse os dedos, abocanhasse o calcanhar e mordiscasse os calos. Nossa, falei.

Hudson permaneceu estático por alguns segundos.

- Como é?

- Ah, eu falei que tava com vergonha, eu falei. É uma coisa boba, passou pela minha cabeça ontem e eu nem ia te falar, mas de repente deu tanta vontade que…

- Não. Como é a ordem das coisas? Primeiro a sola ou o calcanhar?

Ass.: Menina Eva


Podolatra no colegio

October 9, 2010

Olá! meu nome é Guilherme, tenho 18 anos e vou contar um fato muito excitante que aconteceu comigo.

Eu moro em Ponta Grossa no Paraná, e sempre estudei em um colégio famoso aqui. Esse colégio é de freiras e tem muita garota linda estudando ali!!! mas as freiras são muito terríveis…

Certa vez, estávamos em grupo de amigos 3 meninos e 4 meninas, nós estávamos brincando de “verdade e desafio” e quando as meninas giraram a tesoura, uma parte da tesoura é verdade, e a outra parte é desafio, a tesoura apontou desafio para Jean, um amigo meu, e eu é que tinha que escolher o desafio para ele. Então, eu disse a ele que fizesse uma massagem nos pés da kamila. A Kamila é muito gata!! uma loira muito linda!! Pois tanto ele, quanto ela toparam o desafio. Naquela hora meu coração começou a sair pela boca quando ele tirou o tenis dela e aquele chulézão poderozo!!!!!!!!!!!!! Eu disse que só ía valer o desafio se ele tirasse a meia dela também. Não deu outra!!! Pézinhos perfeitos!! Eu amo ver meninas de uniforme descalças!!!!!!!!!! as outras meninas ficaram empolgadas com o desafio escolhido por mim

A Amanda disse que estava coçando muito na sola do pé, e tirou o tenis e a meia! Meu Deus!!!! o mundo desabou de vez pro meu lado! Amanda já imaginava que eu era podólatra louco.

Eu tinha que dar um jeito de me aprofundar mais e fazer uma brincadeira com elas que utilizam os pés

No dia seguinte, aula de artes, a gente tinha que fazer um trabalho sobre os sentidos do corpo humano, e cada grupo pegava um sentido: tato, visão, paladar, audição, etc… O meu grupo era de 4 componetes, e a gente escolheu o tato.

pensei na idéia da podolatria e tive a idéia de chamar umas meninas na frente, vendá-las e ao inves de elas sentirem objetos com as mãos, sentirem com os PÉS!!!! E deu certo!!

Amanda, foi a convidada pelo nosso grupo. Colocamos uma cadeira na frente, virada para a turma, a Amanda se sentou, tirou o tênis, um all star cano alto bem da hora, e com chulé, e as suas meias. Eu estava a beira de um ataque do coração.

A gente pegava um objeto, colocava em uma bacia pequena, e colocávamos nos pés dela para ela sentir, o primeiro objeto foi um porta retratos, uma maçã, um molho de chaves, um disco de vinil que é usado pelas irmãs para ser usado como sinal do colégio, o vinil ficou cheio de “pózinhos” do pé dela, porque ela esfregou bastante os pés, fitas k7 emaranhadas, e pra finalizar tinha de lambuzar os pés dela!!! colocamos uma bacia com presuntos, ovos fritos e goiabadas, nossa!!! foi muito maravilhoso

ela pisou em tudo!!!!!!!!! Lambuzou tudo os pézinhos

pior de tudo foi ela ter sujado a barra da calça do uniforme… até levou puxão de orelha da diretora!

isso aconteceu em uma sexta feira, estava muito calor.

Cheguei em casa, corri para o banheiro e toquei uma bem gostosa, gozei bastante!!!

A Amanda tem cabelo preto liso, e usa aparelho nos dentes, muito gostosa. Pior que nao tem como postar a foto dela aqui, senão eu colocava!!!!


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