Os pés da minha ex

October 9, 2010

Pessoal, volto aqui a relatar mais uma cena de puro Tesão que aconteceu comigo e com os pés de minha ex. Vou descrever a minha ex para aqueles que não acompanharam meu ultimo conto. Ela é morena clara, na epoca do conto tinha seus 22 anos, 1,58, magrinha e calça 35. Seus pés são branquinhos, levemente rosados nas pontas dos dedos e no calcanhar, normalmente pintados de cores claras como o cintilante ou a francesinha e sua sola é macia e lisa, inclusive seu calcanhar que sempre esta bem cuidado. Deu para imaginar a como eram os pés de minha ex? ?Imaginem agora estes pés sendo abusados enquanto ela dorme. Muito conto desta vez se deu em um dia que fomos até um casamento de sua melhor amiga, Este conto começou pela manhã e foi terminar na madugada como relatarei para vocês a seguir. O casamento era a noite e como sabemos as mulheres costumam ir em salão de beleza e tal. Pois bem, neste dia passei na casa na casa dela para sairmos para almoçar. Neste momento ela ja tinha feito os pés que estavam em uma anabela preta, de couro, com tiras grossas, tamanho 35 da marca Arezzo, que ela costumava usar com muita frequencia. Para vocês terem uma ideia, este calçado era usado com tanta frequencia que já possuia a forma de seus pés nele (marca da planta e dos dedos). Na sequencia vocês descobrirão o motivo desta descrição detalhada. Dando sequencia ao conto, eu a peguei para almoçar e pude observar que seus pés tinham recem feitos pois o brilho do esmalte cintilante em seus pés era de uma beleza inarravel. Assim que vi estes lindos pés fiz um elogio dizendo que estavam muitos lindos e que estava ansioso para massageá-los (minha ex sabia da minha tara por pés porém não curtia muito que eu os cheirasse ou lambesse. Ela gostava muito de uma massagem nos pés). Saimos para almoçar em um dia bastante quente. Logo depois do almoço a deixei no salão para ela se maquear e fazer o cabelo o que duraria a tarde interia, No final da tarde voltei ao salão para buscá-la e a levei em casa onde ela colocou seu vestido da festa e em seguida descalçou sua anabela. Ao descalçar puder observar que seus pés estavam suados pois percebi que eles estavam grudados no calçado. Em seguida ela calçou uma mule bege de couro. Em seguida saimos para a festa de casamento. Passou toda a cerimonia da igreja e depois fomos para a festa. Nesta festa a minha ex dançou muito por diversas vezes pude observar que ela estava louca para descalçar a mule so que não o fez. Ela chegou a comentar que estava louca para ganhar uma massagem. Foi neste momento que falei para ela ir pra casa que faria com o maior prazer. Saimos da festa e fomos em direção a minha casa. Chegando la, ela trocou de roupa e descalçou a mule e calçou um chinelo havaiana que ela havia levado. Enquanto preparava o terreno, ou seja, trazia meu colchão para sala ela foi até o banheiro. Enquanto ela estava no banheiro puder ver aquelas mules dando sopa. Eu me abaixei e pude sentir que ainda estavam quentes e um pouco umidos de suor dos pés dela. Não aguentando mais de tesão inspirei profundamente aquele aroma, uma mistura de chule com couro. O detalhe do chule da minha ex, mesmo ela passando o dia inteiro com a anabela, calçando em seguida a mule que eu cheirava profundamente, era um chulé de quem cuida muito dos pés ou seja não tem aquele chulé forte. O cheiro dos pés dela mesmo suados você tinha que fazer muito esforço para sentir o chulé. O que normalmente eu sentia ao cherar aqueles pés eram cheiro de cremes com couro, porém neste dia puder sentir aquele aroma que acredito poucos ja sentiram, É por esta cena que fiz questão de descrever desde a anabela até os momentos que ela passaram até chegar o tão esperado momento. Não contente com o cheiro tive que provar o sabor daquele suor. Dava para sentir um sabor doce, acredito que devido aos cremes que ela costumava passar. Neste momento quase gozei na calça, só que me segurei para o grande momento do dia. Após ela sair do banheiro, ela deitou-se no meu colchão que estava no chão da sala com a barriga para cima e esticou aqueles dois lindos pés em minha direção. O mesmo cheiro que havia sentido na mulé pude sentir só que agora diretamente naqueles lindos pés branquinhos e suados em meu colo. Iniciei a massagem e não deu muito tempo ela caiu no sono. Sabendo que seu sono era bastate pesado ainda mais em um dia cansativo pude iniciar meu plano. Ao perceber que ela não acordaria tão cedo, tirei seus pés do meu colo, cuidadosamente, de modo que apoiei o pé esquerdo em uma almofada e o direito apoiei no proprio colchão. Feito isso deitei aos seus pés de tal modo que seu pé esquerdo, apoiado na almofada, ficasse no meu rosto e o direito na altura do meu pau, Feito isso, fiz mais massagem ao mesmo tempo que cheirava. Antes de começar a lamber o pé esquerdo, voltei ao pé direito, onde o cheirei muito, principamente na parte que mais gosto de cheirar e de lamber que é entre os dedos, pois onde há a concentração do suor e do aroma dos pés femininos. Voltando ao pé direito, cheirei muito e fiz uma limpeza nele com a minha lingua, não deixei nenhuma parte daquele pés sem a saliva da minha boca. A medida em que ia lambendo a sola do pé os dedos e entre eles ia secando, Não contente com isso, guspi no pé e espelhei a saliva com a minha lingua onde seu pé direito ficou totalmente molhado e limpo com minha saliva. Pessoal, imagina a esta cena, como se você estivesse explodindo de um tesão acumulado de um dia inteiro que passei so admirando os lindos pés e não pude fazer nada. Pois bem, se você teve a felicidade de imaginar, concordou comigo que limpar o pé dela foi pouco. Uma das coisas que não vejo em contos de podolatria e que se um dia vocês puderem ter a experiencia e em seguida de relatar neste site é esfregar o pau em um pé feminino até gozar. Desde que pude “abusar” de pés femininos como foi o caso da minha ex, sempre gozei desta maneira. Só gozava com minhas proprias mãos quando tinha receio de investir mais ousadamente em um pé, como foi o caso de uma prima que cochilou em minha cama porém não tinha o sono pesado o suficiente, mas isso é conto para outra hora. Voltando aos pés da minha ex, especificamente no pé direito os limpei e voltei a cheirar desta vez o outro pé que estava apoiado em uma almofada. Este apoio foi proposital, pois desta forma poderia ficar com todo o pé ao meu alcance, inclusive a sola. Enquanto isso, o pé direito que havia lambido, estava proximo ao meu pau, que por sua vez ainda estava dentro do meu calção. Quando tive a certeza do sono profundo da minha ex através de sua respiração profunda, fui sendo ainda mais ousado, de tal forma que pude tirar o meu pau que estava estourando em minha cueca e finalmente encostar no pé umido e quente. Ao sentir o calor do pé direito no meu pau fui aos poucos iniciando um movimento de vai e vem, passando meu pau e molhando com minha porra aquela sola (e é desta sensão de extremo prazer que se um dia vocês puderem ter e dividir com os demais leitores, tenho a certeza que será algo inenarravel). Enquanto esfregava meu pau no pé direito o esquerdo lambia de forma encontrolavel. Neste momento o tesão era tão grande que o medo que ela acordasse e me pegasse naquela posição era minimo pois já pagava qualquer outra coisa. Fiquei lambendo o pé esquerdo, lambia entre os dedos, a sola, o calcanhar e o peito do pé enquanto esfregava fortemente aquele pé direito. Eu estava segurando para não gozar para continuar naquele momento unico. Não aguentei muito e gozei, gozei muito. A minha porra espirrou entre os dedos dos pés e escorreu em toda a sola. Ao gozar espiei para ver se ela não havia acorado. Fiquei naquela posição (pé direito encostado em meu pau e o esquerdo continuava lambendo) por mais uns minutos até retomar o folego. Limpei o pé direito com minha camiseta. Não deu muito tempo ela acordou e pediu para leva-la para casa. Ao calçar a mule, ainda sonolenta, observei que seu pe ainda estava melado com minha porra. Ao andar até a garagem pude ver q
ue a mulé colava no pé. Depois de deixa-la em casa, voltei e ainda bati mais uma punheta no local onde estavam aqueles lindos pés. Bem, pessoal é esta uma das historias que passei com este pés. Gostaria que voces comentassem o conto e que se algum dia puderem ter a experiancia de gozar esfregando o pau em uma sola macia que nem fiz, vocês verão que dá para viciar nisso.


Chinelo Cruel

October 9, 2010

A namorada resolveu castigar e humilhar o namorado. Era para ser uma surpresa para ele pois ele vivia querendo apanhar gostoso do chinelo dela. Era um chinelo todinho de couro. Tipo havaianas, tiras estreitas de couro marrom, sola todinha de couro. Tinha aquele cheiro forte de couro que os escravos adoram cheirar e que já fazem o pinto crescer. Ela notava que cada vez que ela usava aquele chinelo ele ficava de pinto duro.
Um belo dia ela prepara o castigo pra ele. A namorada entrou no quarto com o namorado vendado e foi tirando a roupa dele até deixá-lo pelado. Disse: quero você preparado pro meu chinelo. Ela convidou mais três amigas: Carla, Joana e Paula a entrarem no quarto para maior humilhação e assistirem ao castigo. O namorado nada percebeu. A namorada tirou a venda dos olhos e ele viu que tinha mais três mulheres no quarto. O namorado ficou inconformado…. disse: assim não!!! A namorada: você não queria ser humilhado? Nada melhor do que minhas amigas vendo você apanhando do meu chinelo!!! A namorada pegou-o pelas orelhas e colocou-o deitado no colo dela pelado. Indefeso, pediu para Carla: pega o presentinho que tenho pra ele na minha bolsa. A amiga pega e entrega o presente solicitado. Tratava-se de um chinelo todinho de couro – solas, tiras – uma lindeza o danado. Aquele que ele vivia pedindo pra namorada surrá-lo. Quando a namorada pegou o chinelo na mão e mostrou pra ele, nossa… ele ficou doido. Ela começou passando o chinelo na bunda dele e as amigas olhando… rindo. Ela dizia: que remédio que menino levado precisa levar na bunda? Responda, senão será pior pra sua bunda. E ele respondeu: muito chinelo!
De uma hora pra outra a namorada começa a estalar o chinelo na bunda dele. Foi uma estaladeira sem parar. Sem ele esperar. A bunda começou a mudar de cor com os estalos do chinelo cruel. Até umas vinte chineladas ele parecia agüentar. Depois, não tinha o que fazer: começou a espernear, pular, querendo livrar a bunda do caminho do chinelo. Quanto mais esperneava mais ela estalava o chinelo.
Nessa primeira sessão foram sessenta chineladas. Carla não acreditava no que via: ela olhava e falava …que delicia… nossa..como nunca fiz isto antes com meu namorado?
Depois, a namorada o colocou de castigo. De joelhos, com o chinelo cruel que apanhou sobre as mãos, sem deixar cair, para humilhar mesmo, olhando o tempo todo pro chinelo sobre as mãos. Não sem antes beijar o chinelo e agradecer: Chinelo cruel, obrigado por castigar a bunda desse menino levado! Ficou um tempo no castigo enquanto elas conversavam. Depois, Carla, que não acreditava no que via, recebeu o convite da namorada: quer estalar o chinelo na bunda dele? O namorado ficou doido…disse: ela não.. não… Trouxeram-no quase a força no colo dela. No começo Carla ficou tímida.. Mas depois de umas 10 chineladas pegou jeito, perdeu a timidez, arrumou-o bem no colo dela dizendo: menino levado tem que entrar no couro do chinelo.
Ainda tinha o castigo dele não poder passar a mão na bunda ardida pra aliviar o ardido deixado pelo couro do chinelo. No colo da Carla o chinelo cantou muito. A namorada estava toda melada a essa altura. Ficou todinha pelada para ele e mandou-o ficar de joelhos na sua frente… Chegou a xela na língua dele e disse: lambe meu grelo que já está parecendo um pinto de duro e me faz gozar gostoso.
Joana, que não tinha tido o gosto de pegar no chinelo, ficou com ele na mão. Dizia: lambe gostoso o grelo senão o chinelo vai cantar. Ela não resistiu: dava chineladas na bunda dele. A cada chinelada ele lambia mais doidamente na esperança de acabar com o suplício do chinelo cruel. A namorada se contorcia toda, estremecia, gemia, até que gozou vendo-o apanhar e lamber seu grelo. Gozou tanto que ele ficou com o rosto todo melado. A namorada então disse a ele: já que você levou a lição do meu chinelo e me fez gozar gostoso, vou lhe dar um presente. Colocou-o de pé para dar um trato no pinto dele com a língua. Deu um banho de língua no pinto enquanto ele ficava com as mãos na nuca. O pinto ficou nervoso e vermelho parecendo que ia esporrar, preparadinho para uma boa trepada. Depois ela ficou de quatro, e a Paula, que ainda não tinha pegado no chinelo, ficou logo atrás dele, não resistiu, pegou o danado, e ficou cuidando da bunda dele com o chinelo. A Paula adorou sentir aquele chinelo na mão e uma bunda pelada rebolando em sua frente e disse: trepa gostoso e esporra gostoso senão tem mais chinelo!!! Agora será minha vez de estalar esse chinelo cruel! Ele de pé… a namorada de quatro na beirada da cama. A amiga alisava a bunda dele com o chinelo. De repente, ela estalou uma chinelada que ele rebolou freneticamente na xela da namorada. Nossa, disse a namorada, não poupe o chinelo! Adorei a rebolada que ele deu! Estala mais esse chinelo cruel na bunda dele! Paula então aproveitou: começou estalar o chinelo e ele pulava tentando esporrar para escapar do ardor do couro. De repente, gemendo alto, diz: pára, estou esporrando, pára!!! A amiga então dispara seguidas chineladas na bunda que o faz urrar rebolando deliciosamente na xela da namorada. Tirou o pinto pra fora (pois estava sem camisinha) e esporrou como nunca!! Com o pinto de lado, Paula pode contar dez jatos de leite que voavam longe numa esporrada nunca vista! Ele contou depois para a namorada que ficou dias sem sentar direito por causa do chinelo cruel. Mas safadamente já estava com saudades daquele chinelo cruel!


De subordinado a escravo

October 9, 2010

Sou administrador, e na época trabalhava na secretaria de saúde em Sorocaba. Nos momentos de menos trabalho, costumava visitar alguns sites de dominação feminina, sempre sem deixar que nenhum colega do departamento percebesse, pois seria uma situação constrangedora.

Minha chefe, Dra. Michele, era uma médica muito competente, e coordenava todo o setor que eu trabalhava, dando ordens para mais de 20 funcionarios. Era uma mulher exigente e autoritária, que gostava das coisas do jeito dela, e sempre deixava claro que gostava de mandar e de ser bem tratada por seus subordinados.

Certo dia, por volta das 18:00, quando boa parte da secretaria já estava de saída, Dra. Michele me chama para a sala de reuniões, dizendo que tinha um assunto importante para tratar comigo. Levantei da minha cadeira na hora, e fui atrás de minha chefe.

Dentro da sala, a Dra. me relatou que há alguns meses os computadores da secretaria estavam sendo monitorados, e que foi constatado que eu havia entrado em diversos sites de sadomasoquismo, sendo que alguns possuíam conteúdo pornográfico. Perguntou se eu tinha ciência de que aquilo era proibido, e que os computadores do da secretaria eram destinados apenas para o trabalho. Respondi que sim, que tinha ciência de que eu estava errado, fiquei morrendo de vergonha, e pedi desculpas garantindo que isso jamais aconteceria novamente.

Foi então que tive uma grande surpresa. Ela passou a falar de forma ainda mais autoritária quer o normal, dizendo o seguinte:

- Pensa que isso vai terminar assim? Com um simples pedido de desculpas? A situação é mais grave do que você pensa. Tenho motivos pra colocar você no olho da rua agora mesmo, e por justa causa. Ninguém é obrigado a manter um empregado que gosta de visitar sites de conteúdos duvidosos.

Fiquei mudo. Ela continuou:

- Podemos resolver isso de duas formas. Já sei, pelo conteúdo dos sites, e pelo próprio perfil que você sempre demonstrou aqui na secretaria, que você é um mero submissozinho, que gosta de receber ordens de uma mulher autoritária como eu não é?

Continuei mudo.

- Pois então podemos chegar num acordo. Eu não te mando embora, e você a partir de hoje, além de meu subordinado será meu escravo.

- Como assim escravo? – perguntei assustado.

- Escravo oras! Você sabe muito bem como é. Vai funcionar assim: sempre que eu ordenar, você ficará aqui na secretaria até mais tarde. Quando todos tiverem ido embora, você passará a me servir da forma que eu quiser, apenas vai obedecer minhas vontades. Aceita? ou quer ser mandado embora agora?

- Não tem outro jeito?

- Não!

- Tudo bem Dra. Michele…..então eu aceito.

- Ótimo! Começará a me servir hoje mesmo. Não tenho aula hoje, posso ficar até mais tarde. vai ser bom ter um capacho pra rastejar aos meus pés.

Naquele dia, por volta das 19:00 começou minha vida de escravo da Dra. Michelle. Assim que o último encarregado saiu, ela me chamou na sua mesa.

- Vem cá escravo! Sua Rainha está chamando!

- Pois não Dra.

- Dra. não! Me chame de Senhora entendeu?

- Sim Senhora.

- De joelhos.

Ela levantou o pé direito e disse.

- Tire meu sapato, seu inútil. Andei pela prefeitura hoje a tarde inteira. Como está o cheiro dos meus pés?

Minha Senhora então colocou o pé encostado no meu nariz. O pé estava molhado de suor, e exalava um cheirinho….

- Estão suados – respondi.

- Sim. E o cheiro, está gostoso escravo? Vá se acostumando, pois você vai sentir bastante esse cheirinho daqui pra frente. Quero uma massagem no meu pé. Agora, anda!

Comecei a massagear aqueles pés maravilhosos, e logo fiquei muito excitado. Ela deu um pequeno sorriso e disse:

- Está gostando né escravo? Gosta de ser usado e humilhado por uma mulher de verdade né? Seu inútil. Só pra isso que você serve mesmo. Agora massageie o outro pé, rápido!

Enquanto eu massageava ela passou a mão na minha cabeça, e de repente desferiu um tapa forte na minha cara.

Fiquei surpreso e ela disse:

- Sempre que eu te der um tapa, você deve agradecer e beijar minha mão.

Outro tapa.

- Obrigado senhora.

- Isso verme, beije a mão que te bate na cara. Idiota, é um inútil mesmo. Aceitar uma humilhação dessas…….que coisinha imprestável você é. Quer lamber meus pés não quer? Mas não vou deixar. Se for um bom escravo talvez eu lhe dê essa honra. Agora quero ter um pouco de prazer.

Minha Dona tirou a calcinha por debaixo do vestido que usava, até os joelhos.

- Tire o resto escravo! Com a boca!

Coloquei a boca na calcinha molhadinha e puxei até seus pés. Ela aproveitou para dar um chute com um dos pés na minha cara, e eu na hora dei um beijo, assim como tinha feito em sua mão.

- Está aprendendo verme. Agora vem lamber sua Dona.

Fiquei lambendo minha Rainha durante um bom tempo, até ela chegar ao êxtase.

- Muito bom minha cadelinha. Sabe pra que mais essa sua boca serve? Pra ser minha privada, hahahahahaa…..- ela ria muito, satisfeita com o que acontecia.

- Vou mijar em você, e você vai engolir tudinho….como bom escravo que é.

Eu só obedecia, não conseguia parar de obedecer aquela mulher maravilhosa.

Ela me mandou ir de quatro até o banheiro, me fez deitar no chão e simplesmente despejou aquele líquido quente na minha cara. Bebi boa parte que caiu na minha boca. Ela olhava aquilo tudo com muito prazer, saboreando cada ato de submissão que eu cometia.

- Limpe essa sujeira toda, e depois volte de joelhos como um vira latas até a minha mesa.

- Sim Senhora.

Quando voltei, ela me aguardava em sua cadeira, que mais parecia um trono, e olhava seus emails no computador.

- Quer lamber meus pés não quer?

Então eu assumi de vez minha condição de total submissão àquela mulher.

- Quero muito Senhora. Tudo o que eu quero agora é lamber seus pés de Deusa. É pra isso que eu sirvo, para rastejar aos seus pés minha Rainha.

- Pois primeiro essa sua lingua imunda vai me servir de outra forma. Como disse, andei hoje o dia inteiro pela prefeitura e outros setores, pelas ruas do centro da cidade…..as solas dos meus sapatos ficaram muito sujas, merecem uma limpeza. Pode começar verme!

- A Senhora quer que eu limpe com a lingua?

- Claro estúpido! Comece a lamber!

- Mas tenho um pouco de nojo Senhora…

- Não quero saber! Você não gosta tanto de sapatos de salto alto, não tem tesão por isso, não queria sempre ver eu usando meus saltos, não era isso que visitava nos sites!!?? Então se quiser ter a honra de passar essa sua lingua nos meus pés maravilhosos, terá primeiro que limpar a sola dos meus lindos sapatos. Depois vou mandar você escovar os dentes e aí sim deixarei essa sua lingua chegar perto dos meus pés. Mas isso se meus sapatos ficarem muito bem limpos, senão nada feito. Agora anda logo que eu já estou perdendo a paciência, sua vadia imunda.

Comecei então a lamber as solas, que estavam muito sujas, enquanto minha Rainha olhava emails e falava ao telefone. De vez em quando ela mandava eu parar, olhava as solas, e em seguida falava “ainda não estão limpas, pode continuar escravo e chupa bem o salto também idiota é pra colocar tudo na boca até o fim?. Fiquei assim durante quase uma hora. No final ela se levantou e disse:

- Estou atrasada, preciso ir embora. Tchau verme.

- Mas a Senhora falou que iria deixar eu lamber seus pés.

- Falei né. Mas eu mudei de idéia. Faremos assim: amanhã pretendo vir com uma bota que me deixa com um cheirinho maior que esse. Vou andar bastante com ela, e no fim do dia deixarei você lamber meus pés por muito tempo. Se você aguentar o cheiro, hahahaha. Agora vou embora, e vá se acostumando que será meu escravo sempre e terá que pagar caro pra experimentar minha boca gostosa e carnuda um dia. Adeus meu escravo, até amanhã.


Cocegas na Serra

October 9, 2010

Olá Amigos, hoje contar uma história real que aconteceu comigo no ano de 2001.
Eu morava em um condomínio de vários prédios, por causa disso sempre tive um grande ciclo de amigos e amigas.
Certa vez, viajamos de férias para a casa de um de meus amigos na serra.
Éramos em 5 pessoas, sendo eu e mais um amigo o resto eram mulheres, que por sinal gatinhas. Vou descrever cada uma delas:
-Fernanda,25anos, cabelos morenos, pele clara, magrinha, muito sensível para cócegas no corpo todo, principalmente nos pés, que eram lindos, magrinhos, solas rosadinhas. Ela sempre andava de tênis como Keds e modelos esportivos sem meias, ou seja, tinha um chulezinho magnífico, aqueles de queijinho bem leve.
-Andréia, 22 anos, cabelos loiros, pele clara, falsa magra e gostava muito de ter pessoas mexendo em seus pés, fazendo massagem, carinhos ou até então cócegas, mas nem sempre conseguia, pois o cheiro que ele esalava era muito forte para certas pessoas, o que não era problema para mim. Ela só andava de Keds para cima e para baixa, festas, faculdade, shopping, mas ela tinha vários modelos diferentes, preto de lona, jeans, branco de couro…
-Bruna, 23 anos, loirão, quase 1,80m de altura, corpo de surfista, sempre sorridente, com um par de pés lindos com suas solinhas bem rosadinhas e lisas. Um encanto de mulher, que estava na viagem por minha causa.(segundo ela só estava indo conosco para poder ficar perto de mim.) Por sinal, ela viajou com apenas um par de Keds(sem meias) que já estava sendo usado desde o início da viagem.
Assim que chegamos na casa, fizemos as destribuições dos quartos. Como nós somos amigos de anos não tinha problemas de ficar misturado homens e mulheres. Fiquei no quarto com a Bruna e com a Fernanda e no outro ficou meu amigo, que se chama Roberto com a Andréia.
Fizemos um belo jantar e ficamos bebendo a noite toda até altas horas. Certa hora Andréia pediu para que eu fosse até o quarto com ela, pois ela já estava cansada e queria dormir mas tinha medo de ir sozinha até o quarto. Assim que chegamos ela já foi se deitando na cama e falando:
- Você pode tirar meu tênis por favor e depois apagar a luz e encostar a porta?
Na hora fiquei um pouco espantado com o que ela tinha me pedido mas ainda brinquei com ela:
- Tudo bem, mas se desmaiar por causa do seu chulé quem vai me socorrer?
-Ah para com isso, também não é assim né.
Então sentei na beirada da cama, ela colocou os pés em cima das minhas pernas e eu comecei a retirar o tênis dela. Um Keds de couro que nem branco era mais, já estava encardido… Quando comecei a desamarrar o cadarço reparei que ela já estava de olhos fechados, então me senti livre para poder cheirar aquele belo chulezinho maravilhoso. Quando retirei já senti aquele calor saindo lá de dentro com aqule aroma delicioso, fiquei logo de pau duro né, invitável, e ela ainda ficou abrindo os dedos para dar aquele alívio né… Quando eu já tinha tirado os dois pés e sentido aquele belo cheiro comecei a fazer leves cosquinhas em seus pezinhos. Ela ia se retorcendo, ficando com aquele sorrisindo no canto da boca. Foi quando ela acordou e disse:
- Da para você parar com isso que eu quero dormir!
- Claro, é que eu não resisti a esse cheiro.
Ela ficou rindo, depois puxou seus pés e colocou debaixo das cobertas e disse.
- Pode apagar a luz e fechar porta por favor.
Então sai do quarto e me dirigi para sala onde estavam as demais pessoas da casa. No meio do caminho eu estava escutando uma gritaria mas eu não conseguia entender direito o que passava.
Quando chego na sala de tv me deparo com uma cena inacreditável e fora do sério. Fernanda deitada no sofá de barriga para baixo, com os pés em cima do braço do sofá, a Bruna estava sentada sobre as pernas da Fernanda, impedindo qualquer movimento dela, o Roberto montado nas costas dela tentando travar os braços . No meio daquela confusão a Bruna berrou para mim:
- Vem ajudar agente rápido!
-Tá, mas o que eu tenho de fazer?
- Eu vou segurar os pés, ai você tira o tênis que ela vai receber uma tortura de cócegas por não respeitar agente!
A confusão toda começou com a Fernanda mudando toda hora o canal que a galera estava assistindo. Por isso os dois resolveram tortura-lá para ver se ela aprende e por minha sorte maior eu vou participar e ainda no melhor setor, o pés! E eu ainda iria retirar os tênis dela, muita sorte em uma noite só não acham?
Pois então na hora que ia começar a Bruna exclamou:
- Calma ai, antes de tirar, procura alguma coisa que agente possa ir torturando bem devagar para ela sofrer bastante.
Fui até o banheiro e peguei meu pincel para barbear.
Comecei a tirar bem lentamente, só que ela se mexia demais, então tive que ser rápido para tirar. Para minha surpresa ela estava de meias, estilo soquete sabe, de algodão só que bem fininha e por causa do tempo que ela estava usando, estava um pouco encardida, mas só no formato do pé dela, e com um chulezinho espetacular. Primeiro só fiquei passando meu dedo para cima e para baixo bem devagar naquelas solinhas…
Ai ela começou a gritar:
- Me soltem, se vocês fizerem isso ei vou fazer xixi nas calças! Parem por favor, eu juro que numca mais faço isso, é sério, parem!!!!
Bruna respondeu:
- Quem mandou você brincar com agente, agora segura o tranco ai!
Foi quando a Bruna pediu para trocarmos de lugar que ela queria ser a torturadora. Bruna tem grandes unhas e um dom para fazer cócegas que ninguém imagina.
Bruna começou tirando as meinhas e ironizando com o cheiro:
- Hum, esse cheirinho me lembra alguma coisa. Fê você conhece a história do ratinho que saia da toca toda noite para roubar queijo?
- Não!! Para com isso por favor!!!!!
- Então vou te contar, mas tem que prestar bastante atenção hein!
Fernanda indignada se debatia mas de nada adiantava.
Bruna passava suas unhas bem lentamente nas pobres solinhas de Fernanda…
- O ratinho sai da toca bem devagarzinho em direção ao queijo.( nessa hora Bruna arranhava os pés da Fê como se estivesse coçando alguma coisa.)
- Hahahahahahaha! Pare eu já disse! Hahahahaha
E Bruna sem dar trégua continuava a sua tortura.
- Agora Fê, segure firme que a tortura vai começar!!!
- Ahahahhahahah!!! Como assim começar, hahahahahha, para mim já tinha acabado, hahhahahahahah!!!
- Acabado? Tá só começando!!!
Agora Bruna segura com uma das mãos os dois dedões e começa a deslizar as unhas em toda sola da Fernanda.
- Por favor Bruna,hahahahahhaha, pare com isso!! Não aguento mais!!! Hahahahahahahhahahaahahahahahahahahahahahahah
Bruna pede para que eu segure os calcanhares dela contra o braço do sofá. Ai começou a dedilhar toda a sola dela com mais velocidade, de várias formas e jeitos, para cima, para baixo, nos dedos, no calcanhar, na parte superior, na curva do pé…
- Bruna PARE AGORA OU EU VOU MORRER!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Então Bruna, por ser muito amiga de Fernanda e saber que aquela situação era horrível resolveu parar.
- Só estou parando porque eu sei o quanto é ruim sentir cócegas no pé, você sabe que se tivesse sido comigo, eu estaria morta agora né.
- Pode deixar que vai ter troco! Dizia Fernanda indignada.
- Olha o rancor Fê, não leva a nada hein.
Fernanda foi para o quarto revoltada com agente, mas tudo bem, amanhã quando ela acordar vai ficar tudo bem.
Roberto também estava cansado e foi dormir.
Só sobrou eu e a Bruna, conversando, vendo o sol nascer e acabamos ficando juntos até o fim da viagem.
Na hora que nós íamos deitar, Bruna perguntou se não era melhor agente ficar em um quarto só agente, pois a casa tinha quartos de sobra. Então decidimos ficar no último quarto sozinhos, que para meu delírio era o mais isolado, ou seja, eu poderia ficar torturando ela sem ninguém escutar seus gritos.
Terminamos de trazer nossas coisas do outro quarto, fui no banheiro e quando eu voltei, Bruna já estava deitada de roupa e tudo transversalmente na cama. Ai eu disse:
- Ué, já ta indo dormir?
- To morta, já apaguei! Com um ar irônico.
- Ah é, então se você tiver apagada mesmo, não vai sentir as cosquinhas que eu vou fazer em você!
Na mesma hora ela se virou e disse:
- Você ta achando que eu sou igual a Fernanda? Eu nem sinto cócegas. E se virou novamente na mesma posição e ficou com um sorrizinho escondido.
- Então tá bom, quer dizer que se eu tirar esse seu Kedzinho lindo aqui, com esse aroma delicioso, e começar a passar meus dedos em suas solinhas você não vai nem se mexer?
Ela nem respondeu, só mexeu a cabeça afirmando que sim. Para meu delírio, mais um pouco de cócegas, pés e chulé na mesma noite!
O modelo que ela usava era um Keds branco de lona, um pouco encardido, só mostrando o formato superior dos pés dela, principalmente nos dedinhos onde estava mais sujo. Comecei tirando bem lentamente, e ela só ia enfiando cada vez mais a cabeça no travesseiro, o que era um sinal de que estava desposta a sentir cócegas.
Quando consegui tirar o keds já foi subindo aquele aroma, e meu pau endurecendo de novo, aquelas solinhas um pouco rosadinhas e um pouco amareladas, não resisti, tive que começar a cair de língua. Lambia entre os dedos, passava a língua de uma forma que ela já estava ficando louca! Mas eu queria mesmo era começar a fazer cócegas séria nela. Me posicionei melhor para que as pernas dela ficassem sem chance de mexer, foi quando ela disse:
- Tá vendo como eu não sou como a Fê, você ficou ai fazendo cócegas e eu nem senti!
- Mas eu ainda nem comecei, eu só estava tirando seu tênis e fazendo o reconhecimento da área.
- Ah então perdeu viagem, porque eu já to com sono.
- Então espera que eu vou te acordar agora!
- Não, para!!! Hahahahahahahahaha
Foi quando eu comecei a tortura coçando a solinha com as unhas, ela se retorcendo toda, gargalhando:
- Ai, eu não vou agüentar, para, hahahahhahahahahaha!!!!!
- Tictictic, você não disse que era diferente da Fê?
- Hahahahahhaha, eu achei que comigo você ia pegar leve! Hahahahahhahahahahahhahahaahahahahahahahahahaahah
- Com você é ainda pior! Eu tenho mais intimidade para fazer o que o quizer!
Depois comecei a usar o próprio keds dela em suas solas. Primeiro fiquei passando a parte do calcanhar onde coloca o pé, bem devagarzinho, depois tirei o cadarço e comecei a entrelaçar ele entre os dedos dela, e ia puxando bem lentamente, isso fazia ela ficar louca.
Após meia hora de tortura comecei a aliviar; Comecei a levantar os dedinhos e lamber por baixo, entre eles, na parte de cima, limpeza completa.
Já nessa parte ela nem estava sentindo tantas cócegas, agora já era tesão que ela estava sentindo.
Depois de alguns minutos já fui soltando ela aos poucos e a sacanagem começou…
A partir dessa hora a tortura já havia acabado e então começamos a fazer sexo, o que eu prefiro deixar em sigilo, pois estou postando aqui apenas o fato das cócegas.
Me desculpem, mas eu prefiro assim.
Podem esperar que postarei mais histórias, pois já passei por bons momentos de cócegas em minha vida!


Louco por Pés

October 9, 2010

Olá, meu nome é carlos e esse vai ser o meu primeiro conto.
sou louco por pes femininos e sei q tem muito gente q tb é.vou contar uma aventura q eu tive com minha ex namorada e com uma amiga dela.em janeiro de 2006 fomos passar férias numa cidade chama sao jose do rio preto,a familia da minha ex,eu e uma amiga dela.minha ex, claudia (fictício) era bem baixinha, seios medio, uma bunda enorme e os pezinhos mais lindos q eu ja vi, tamanho 36. sua amiga, helen, era uma morena baixinha tb um pouco cheinha mas muito gostosinha e peituda e com uma bunda impecavel.numa determinada noite estavamos conversando e comecamos a falar de sexo.a helen perguntou qual era a fantasia sexual da minha ex e ela nao soube responder pq disse q era muito completa nessa parte, e ela perguntou para helen qual era o dela e ela respondeu q era transar ela um cara e outra mulher.eu achei otimo pq todo homem tem esse sonho, continuamos o assunto mas nada de indiretas.fomos dormir, no outro dia minha ex foi me acordar e ficamos deitados um tempo na cama e ela falou pra mim q sabia q eu tinha ficado com vontade e eu disse q era verdade e entao ela falou uma das frases mais surpreendentes do nosso namoro…ela me disse: se prepara q de tarde vc tera uma surpresa…todo tarde os pais delas iam passear e ficamos nos 3 sozinhos jogando baralho…enfim a tao esperada hora chegou.jogamos um pouco de cacheta e minha ex falou…tenho um joguinho diferente pra gente jogar…vcs querem…e élogico q topamos e ela falou…esse joguinho é rapido…cada um tira uma carta quem tirar a maior carta da um castigo para quem tirar a maior, e eu perguntei se valia qualquer castigo e ela disse q sim e q se alguem tivesse qualquer tipo de restricao era pra falar antes de comecar…gracas a deus ninguem falou nada…na primeira rodada minha ex tirou a maior e a helen a menos entao ela pediu pra helen tirar o tenis…ela nao entendeu muito pois nao sabia da minha tara mas meu pau ja ficou duro na hora…ela tirou e tinha uns pezinhos lindo tb…na outra a heln ganhou e minha ex perdeu entao como a helen nao sabia o q pedir (por nao saber q ia virar sacanagem) pediu pra q a clau tirasse o tenis tb…na proxima eu ganhei e a clau perdeu e pedi pra ela me dar um beijo de lingua e ela me deu,mas pra meu espanto ficou passando a mao no meu pau na frente da helen e isso me deixou com mais tesao e eu percebi q a helen estava comecando a entender a brincadeira tb.na outra a clau e a helen perdeu e foi ai q a melhor cena q eu ja vi aconteceu…minhaex falou: helen, o carlos é louco por pes e morre de tesao qd beija meus pes entao quero q vc beije meus pes bem gostoso pra ele ficar morrendo de vontade…nossa senhora…ela pegou o pezinho da clau e comecou a lamber a sola todinha e a clau olhava pra mim e perguntava: quer tb…e eu falava q sim e ela falava…espera o seu castigo entao…mas logo depois ela disse…ninguem mais vai ter direito a castigo…eu inventei a brincadeira entao so eu dou castigo: e a primeira coisa q ela quis foi chupar meu pau enquanto eu olhava a helen lambendoos pes dela…acho q naodeu nem um minuto e gozei todinho na boca dela…e a safada falou com a boca toda lambuzada de porra: helen sua fantasia nao era transar com outra muher…e ela respondeu q sim e a clau perguntou…quer me beijar cheia de porra…meu deus eu nao tava acreditando nisso…nao sei o q tinha dado nela…a helen nao pensou 2 vezes elascou um beijao na clau…meu pau ja ficou duro de novo…dessa vez mais duro…as duas se beijando cheio de porra na boca…ficaram um tempao se beijando mas ja estava na hora dos pais delas chegarem entao ela disse…vc nao vai beijar a helen na boca…hj nao…mas pode beijar os pes dela enquanto te faco gozar de novo….comecei a lamber aqueles pezinhos bem gostoso enquanto a clau me chupava e a helen lambia os pezinhos dela…na hora q eu disse q ia gozar ela parou e falou pra gozar nos pezinhos da helen e eu gozei…muitopor sinal…e pra minha surpresa(quer dizer…nem sei se tinha mais surpresa) a clau limpo todo os pezinhos da helen com a lingua…é logico q essas ferias reenderam mais brincadeirinhas dessas mas fica pra uma proxima


Pezinho Irresistível

October 9, 2010

Meu nome e anaclaudia sou castanha,cabelos castanhos longos seios bonitos bumbum arrebitado os pes vcs ja sabem e as medidas tb tenho 28 anos vou contar aconteceu quando eu tinha 15 anos e comecei a trabalhar no salao de beleza da minha tia eu sou manicure e pedicure sempre ia fazer a unha a Margareth ela tem 34 anos morena bem bonita ela calca 36 e tem um pe q e um escandalo de bonito entaum eu estava fazendo a unha dela quando eu vi aquele pezinho perto de mim nao resisti e dei um beijinho nisso ela ficou sem palavras e se revoltou e contou pra minha tia minha tia me chamou e me deu a maior bronca e perguntou pq eu tinha feito aquilo dai eu revelei pra ela a minha tara por pes ela disse vc naum pode fazer isso nas clientes se vc quer tanto beijar pes deixa q eu chamo a angela q e uma das cabelereiras ela e loira olhos verdes calca 37 e magrinha seios medios bumbum tb tinha 22 anos na epoca a minha tia ana L ela tinha 31 anos na epoca dai ela falou pra angela assim: vc deixa a ana claudia beijar os seus pes ela ficou me olhando e disse pq minha tia respondeu pq eu tinha atacado o pe da Margareth A Angela disse mas isso mme parece tao estranho dai a minha tia disse vai ela topou eu estava lokka pra sentir o pe dela a minha tia disse eu duvido q vc va beijar o pe dela ana eu tirei a sandalia da angela e comecei a beijar o pe dela era bem branquinho e cheiroso chupei os dedinhos fiquei alisando a sola com a lingua e ela gostando a minha tia vendo tudo depois de uns dez minutos a minha tia disse pra mim parar e voltar a trabalhar a minha tia disse q naum acreditava no q tinha acontecido coloquei a sandalia de volta no pe da Angela


Um Mês de Chulé de Chinelo Bem Gasto

October 9, 2010

Um Mês de Chulé de Chinelo Bem Gasto
Autor: Fetichista

Ando completamente extasiado, o que eu mais queria era que a minha senhora andasse com os mesmos chinelos dourados tempos sem fim, até eles estarem bem surrados, bem gastos, e assim foi, ela fez-me a vontade… nesse verão usou intensamente os chinelos, todo o dia, durante mais de um mês, sob o sol de 40 graus que se fazia sentir… quando chegava a casa, continuava a usar estes chinelos, só os descalçando para dormir e tomar banho de manhã… no entanto, eles eram colocados à cabeceira da cama, e ela avisava-me que se lhes mexesse me castigaria e iria estar mais um mês sem lhe poder cheirar os pés e muito menos os chinelos…
Assim foi, após 15 dias passados, eu já me sentia desfalecer cada vez que via aqueles lindos pés naqueles chinelos lindos e cada vez mais usados. Só de estar perto eu poderia sentir o cheiro do pé misturado com a borracha bem cozida do suor dos seus pés. Por andar na rua com eles, as marcas dos dedos quando ela se sentava e tirava os pés do chinelo para descansar, podia-se ver as marcas pretas de cada dedinho impressas, podia ver-se muito bem as covas delineadas na parte dos dedos, dos artelhos e principalmente as solas.
As solas estavam mesmo redondas, pretas, fundas de tanto uso, e com o calor podia ver-se que apenas a zona onde assentava o pé estava bem polidinha da fricção constante, notava-se a separação de onde o pé assentava para as zonas que não estavam em contacto. A parte onde assenta o dedão estava já um pouco rebaixada, tal era o uso, e assim a minha senhora passava os serões, a brincar com os chinelos calçados, provocando-me cada vez mais, dizendo-me que quando o prazo terminasse eu iria ser obrigado a lamber e a cheirar avidamente tudinho, que nem que implorasse o contrário, ela me enfiaria o chinelo pela boca dentro obrigando-me a inalar e a lamber tudinho…
Passado um mês ela obrigou-me a deitar no chão como um cão. Repousou os seus pés calçados nos chinelos que fediam de cheiro a pés com borracha, no meu peito, e começou a fazer um sensual strip de pés… mal tirou o pé direito do chinelo, obrigou-me de imediato a cheirar toda a palmilha, podia sentir todo o cheiro, bem intenso, dava para sentir o calor que emanava… fiquei louco! “Cheira seu verme, cheira o chulé da tua dona!” Nisto, retirou o chinelo, e pousou toda a planta do pé na minha cara, esfregando-a completamente, obrigando-me a lamber vorazmente e a lamber entre os dedos… toda a sujeira acumulada foi digerida, só descansou quando ficou com os pés totalmente limpos de transpiração e de sujeira.
Deu-me o outro chinelo a cheirar, mas obrigou-me a lamber toda a palmilha, sentindo com a língua todas as deformidades da mesma, percorrendo todas as zonas onde os seus lindos pés haviam estado em contacto. Obrigou-me a contornar com a língua as tiras que estão em contacto com a parte interior do dedão e do dedo seguinte mais pequeno, podia sentir a sujeira acumulada na borracha!. Foi uma sensação incrível, obrigou-me a cheirar e lamber até à exaustão… e continuou a usar os mesmos chinelos!


Pés da Cunhadinha

October 9, 2010

Certa vez, estava na casa de minha namorada, quando minha cunhadinha de 19 anos entrou na sala e se setou no sofa, eu estava sentado no chao, foi quando eu me dei conta de estar a poucos centimentos de seus lindos pezinhos, que por sua vez estavam em lindos lui-lui. Fiquei vidrado e meu pau duro!
Dei tanta bandeira que ela pergunto o que eu estava vendo em seus pés. Foi dai que ela tirou da sandalia e eu pude ver perfeitamente as suas solinhas… e ela dizendo ta afim de comer os meus pezinhos? Eu falei: O que voce disse? e ela respondeu… Pensa que eu nao sei que voce gosta dos meus pezinhos! Entao vai ou nao? Putz… como ela sabia? E quase sem reação disse: Claro… mas o que quer que eu faca.. perguntei como se eu nao soubesse! Dai ela falou… o mesmo que voce faz com minha irma! Ela me disse tudo… respondeu em um tom de safadinha! Dai eu falei… mas agora nao dá! Ta todo mundo ai… ela virou seus pezinhos e disse: Lambe logo! Antes que eu desista! Nao pensei duas vezes …. Lambi toda a solinha do pe direito… entao fui pro esquerdo! Ela gemendo disse… isso é muito bom… quero que voce coma eles agora! Ela se deitou no chao da sala de forma que ficasse vendo o corredor, claro ninguem poderia ver isso!
Tirei meu pau de dentro da calça e ela comecou a me masturbar… dizendo: Come … come gostoso… fode meus pezinhos com vontade! Estava quase gozando quando ela disse… ta vindo alguem… recolhi o meu pau pra dentro da calça e ela com os pezinhos molhados disse… nao vou lava-los até voce completar o servico! Calçou seu lui-lui e saiu da sala. Mais a tarde… todos foram para um shopping da cidade e eu nao quis ir pois minha namorada estava meio indisposta e ficou dormindo… sabendo que eu nao iria minha cunhadinha disse que tambem iria ficar…. foi dai que a sacanagem comecou novamente … ela se ajoelhou de costas pra mim dizendo… vem comer os meus pezinhos… goza bem gostoso neles… fomos para a area dos fundos, falei para que ela se ajoelhasse em cima de uma cadeira… ela rapidamente atendeu… dai ela juntou os pezinhos … aquela visao me deixou doido de tesao… ela novamente disse… come meus pezinhos… coloquei meu pau no meio dos seus pes e comecei a bombar!
Parecia que estava comendo a sua bucetinha… pois ela estava de quatro com as solas já molhadas! Gozei tanto que os pes dela ficaram totalmente molhados! Ela calcou novamente … agora uma rasteira preta e disse: Adorei dar meus pezinhos pra você!
Claro que sempre que posso dou umas escapadinhas com os pezinhos de minha cunhadinha.


Enquanto voce dormia

October 9, 2010

este mail é meio constrangedor. Estou muito, muito sem graça, mas tenho que te confessar que fiz uma puta sacanagem contigo ontem. Acho que a esta altura você já deve saber do que estou falando. Teu corpo deve ter mostrado as evidências. Eu ontem te comi enquanto você dormia. E sabe o pior? Fico de pau duro só em lembrar. Foi estranho no começo, mas não posso negar que foi extremamente excitante te ter ali, todinha minha, sem objeções.

Lembro que te disse isso ontem, mas repito, você estava linda naquele vestido vermelho. Que decote… Morri de ciúme e tesão ao ver que você atraía todos os olhares da festa. Nunca vi tanto homem junto te secando. Estava poderosa no alto daquela sandália dourada. Sei que foi filhadaputice minha, mas quando entrei em casa depois de guardar o carro e te vi ali, largada na cama, praticamente desmaiada de pilequinho, mal iluminada pela luz da lua… Cara, nem pensei. Caí dentro.

Acho que no começo eu estava bem intencionado, quer dizer… Ah, não sei. Descalcei tuas sandálias e acariciei seus pés, como não percebi a natural puxadinha de pé devido às cócegas, acho que naquele instante maldei e vi uma oportunidade. Passei a língua pela tua sola suada, duvido que você deixasse eu fazer isso, sei que morre de nojo de beijar minha boca quando eu lambo o teu pé, mas você não faz idéia, estava salgadinha, deliciosa. Mamei seus dedinhos um a um, passei a língua pela marca que as sandálias deixaram em sua pele. Mordi suas solas. Nossa… Acho que nunca me dediquei tanto tempo aos seus pés como ontem. Meu pau latejava dentro da cueca.

Preciso te contar que meu primeiro gozo foi em suas solas, mesmo sabendo que você detesta, foi mais forte que eu. Pensei que ia sossegar depois do gozo, mas não. Você parecia uma bonequinha dormindo, não esboçava nenhuma reação. Quando fui tirar seu vestido para que ficasse mais confortável, vi seus mamilos rígidos, empinadinhos e resolvi beijá-los.

Me despi rapidamente e terminei de te despir também. Beijei seus mamilos lentamente, primeiro um, depois outro, beijei os seios, voltei aos mamilos, mamei com vontade. Amor, que delícia você é dormindo. Senti falta dos teus gemidos, você gosta tanto de ser beijada nos seios, mas era uma outra sensação. Eu te abusava, sei que te abusava, mas te descobria, te desvendava. Era uma outra você. Deveria te pedir desculpas, mas só morro de tesão aqui ao lembrar.

Desci pelo seu corpo beijando colo, seios, barriga… E sabe o mais louco? Quando me coloquei entre as suas pernas, pude sentí-la úmida. Molhadinha. Cheguei perto com o nariz e cheirei você, de pertinho. Passava os dedos e observava você meladinha. Você é gostosa demais, teu cheiro, teu gosto me deixaram de pau duro novamente, sem contar que agora, enquanto escrevo, estou em ereção.

Mamei tanto você, tanto… Teu melzinho escorria e eu bebia. Te acariciava. Você podia estar dormindo, de pileque, inconsciente, mas ainda assim, teu corpo percebia todas as minhas intenções e atendia aos meus estímulos. Ousei fazer algo que não sei se devia contar, mas… Você estava tão relaxada, tão melada que eu fui metendo meus dedos devagar. Primeiro um, depois dois, três, quatro… Tudo muito devagar, te lambendo junto, mamando o teu clit durinho. Te fodi com minha mão direita. Amor que tesão. Que tesão!

Aliás, aquilo me endoideceu de uma forma, que você não faz idéia. Vendo minha mão entrar e sair de você imaginei um outro pau, de algum outro homem que te paquerava na festa, e isso me deixou louco de ciúme, tanto, que quando este pensamento invadiu minha mente. Tirei a mão e imediatamente enfiei meu pau em você. Com força, com raiva. Meti meu pau em tua xota enlarguecida. Quanto mais eu te comia, mais tinha raiva de ter pensado que outro podia ter estado ali. Um sentimento louco, meio desconexo, mas que me enchia de tesão. Tive então um pensamento louco. A xota podia até estar larguinha, mas o cu, ah… O cu seria meu.

Te coloquei de ladinho, peguei o gel na cabeceira da cama, besuntei teu cu e meu pau e fui metendo devagar. Ahhhhh… Que sensação gostosa, aquele cu apertadinho, estrangulando o meu pau… Você não demonstrava nenhuma dor, desconforto, nada. Fui invadindo ele devagarzinho, pra você acostumar, enquanto isso te segurava os seios, beijava a nuca, encaixadinho a você. Até aumentar o ritmo e explodir em gozo dentro de você. É amor, eu gozei no teu cu, e nem consigo pedir desculpas, pois foi minha trepada mais louca e também mais gostosa dos últimos tempos. E tudo isso, enquanto você dormia.

Adormeci com meu pau ainda dentro de você, dormimos ali, coladinhos. Acordei, mais cedo, tinha reunião, lembra? Você dormia serenamente, chega se aconchegou mais ao edredon. Antes de sair te dei um beijo e perguntei se você não ia trabalhar, você balbulciou algo como, “hoje não, estou muito cansada”, e virou para o outro lado.

Sinceramente nem sei se devo enviar este e-mail ou se espero chegar em casa para conversar, só sei que agora, neste exato momento, preciso parar o que estou fazendo e correr para o banheiro. Sei que sou um safado inescrupuloso, mas que está morrendo de tesão e precisa se masturbar por você.


Todos os pés da minha vida

October 9, 2010

Desde de criança sempre tive uma atração por pés femininos, sempre gostei que minhas primas dormissem em minha casa so para ter a chance de cheirar e lamber seus pés. Tenho uma prima que hoje tem os pés mais lindos da familia. Alguns anos atras esta mesmo prima veio dormir em casa, pois minhas irmãs haviam a convidado. Ao saber mal pude esperar para elas dormirem e eu me deliciar com aqueles pés. Enquanto elas não dormiam fui me deliciando com o par de tenis e de meias que minha prima havia deixa no quarto das minhas irmãs para ir tomar banho. As suas meias estavam marcadas com os dedos dos pés e estavam um pouco molhadas de suor. Pude sentir que apesar de estarem suados seus pés, eles tinham um cheiro muito gostoso, uma mistura de creme com um pouco de chule. Vamos no que interessa. A noite chegou e finalmente todas (minhas irmãs e minha prima) foram dormir no quarto ao lado do meu. Fui até o quarto delas ajoelhando com medo de ser descoberto. Ao entrar no quarto delas, percebi que minha prima estava dormindo no colchão que estava no chão. Pude medir que seu sono estava pesado através de sua respiração e de seu ronco. Seus pés estavam cobertos. Puxava a coberta a cada respirada profunda até que finalmente vi seus lindos pés. Aproximei meu rosto até sentir o calor de seus pés e o cheiro de sabonete. Dei o primeiro beijo em seus pés como teste para ver se ela se mexia. Vendo que ela não reagia aos meus beijos em seus pés comecei a lambe-los. A primeira vez que minha lingua tocou em seus pés, foi uma sensação indescritivel. Comecei a lamber as suas solas, entre os dedos e deixei para chupar todos os dedos para o final. Lambi todo o pé direito, inclusive o peito do pé e seu calcanhar onde tive que levantar seu pé para conseguir lambê-lo. Após lamber todo seu pé direiro fui para o esquerdo. Ao inciar a limpeza do seu pé esquerdo com minha lingua, tive um susto. Ela se mexeu ainda com seu pé direito todo molhado com minha saliva. Neste momento so deu tempo de deitar de bruço no chão rezando para não ser descorto. Para minha sorte ela não acordou. Esperei ela voltar a respirar profundamente e a roncar antes de começar a lamber o pé esquerdo. Ao lamber todo o pé esquerdo eu não satisfeito, pois apesar de ter gozado ao encostar minha lingua em seu pé direito resolvi sentir o calor de seus pés em meu penis. Então deitei aos seus pés. Como os dois pés estavam proximos afastei um deles de tal maneira que a distancia entre eles pudesse um ficar em meu rosto e o outro no meu penis. Escolhi o pé direito para ficar com meu penis e o esquerdo para continuar lambendo. Pude sentir seu pé direito, ainda com o meu calção em cima meu penis explodindo de tesão. Fui abaixando aos poucos meu calção até que finalmente realizei uma das sensações mais gostosas da minha vida e que até hoje repito com minha esposa, pude molhar seu pé com minha porra. Neste momento lambi com certa força a sola do seu pé esquerdo até ela se mexer. Novamente para minha sorte ela voltou a dormir profundamente, Voltei a lamber seu pé esquerdo e a esfregar meu penis em seu pe direito. Eu esfrevaga a cabeça do meu penis em sua sola macia. Não satirsfeito so de esfregar a cabeça do meu penis resolvi abaixar o meu calção por completo pois também queria que meu saco também pudesse sentir a maciez e o calor daquele pé. Então enquanto esfregava o penis e o saco em seu pé direito lambei toda a sola e entre seus dedos do pé esquerdo, Sentia uma mistura de tesão com medo pois o movimento de vai e vem em conjunto com as lambidas em seu pé dava a sensação que ela poderia acordar em qualquer momento e ela me pegar sem calção, com seu pé direito melado com minha porra e seu pé esquerdo molhado com minha saliva. Mas este dia era o dia pois mesmo em determinados momentos em que me empolgava e segurava para não gozar pois não queria que aquela noite acabasse resolvi acabar gozando de vez entre seus dedos do pé direito. Ao ver aquela porra escorrendo em seu peito do pé resolvi limpa-los e sair de fina dando mais uma lambida no pé esquerdo. No dia seguinte pude ver que seus pés lindos relembrando da cena.


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