Uma Experiencia diferente

November 29, 2010

Passava um pouco das 9 da noite quando vi Ana entrar no restaurante a beira-mar onde combinamos. Sorri, para acalmá-la, e tentando me acalmar também, pois meu coração batia rapidamente. Conversamos um pouco sobre casualidades, para quebrar o gelo. De relance, olhei para o lado, onde, duas mesas depois, minha Senhora Kalía estava sentada, de frente para nós, avaliando Ana. Ela sorriu discretamente, e eu baixei os olhos, respeitosamente.

Quando senti que Ana estava mais calma, novamente expliquei a ela o que aconteceria. Havia algumas semanas que eu tinha dito a minha Senhora que tinha vontade de dominar uma submissa, e ela concordara, desde que ela estivesse presente, o que só seria possível durante suas férias. Durante esse tempo, havia conhecido ela, Ana, que concordou com a idéia de ser dominada por um submisso, na presença da sua Senhora. Esclareci as últimas dúvidas dela, quando minha Senhora se aproximou de nós.

 Levantei-me rapidamente, e ofereci o lugar onde estava sentado para que ela se sentasse. Somente depois que ela se sentou, voltei a me sentar.

– Senhora Kalía. Gostaria que conhecesse Ana.

As duas conversaram um pouco sobre experiências anteriores, e, quando ela se deu por satisfeita, saímos dali para um hotel, onde tudo já estava preparado previamente.  A Senhora Kalía se sentou numa cadeira de encosto alto, e forro vermelho, quase um trono, parcialmente encoberto pelas sombras. A parte mais visível eram suas pernas, cruzadas.

Eu vendei Ana, e beijei no rosto carinhosamente, para depois tirar a roupa dela, beijando cada parte desnudada, sem pressa. Quando tirei a calcinha dela, dei um tapa na bunda dela, o que fez ela se assustar, dando um gritinho. Tratei de acalmá-la, falando baixo em seu ouvido que não faria nada além do que tivéssemos combinado antes, e depois amarrei as mãos dela junto a cama, deixando-a curvada, sua bunda exposta para a Senhora. Fiquei de pé ao lado dela, e sem obstruir a visão de minha Senhora, fui dando tapas na bunda dela, até que ficasse quente. Então a desamarrei, e a coloquei de joelhos em cima da cama, de lado para que minha Senhora pudesse ver melhor.

Passei a mão na xoxota dela, e senti que estava molhada. Brinco um pouquinho com o clitóris dela, até que ela começou a gemer. Passei meus dedos entre os lábios dela, e perto do nariz, para ela sentisse o cheiro do tesão dela.

Então, falei no ouvido dela, explicando que se ela não agüentasse, devia falar a palavra de segurança do reino. Após ouvir a confirmação de que ela estava ciente da palavra de segurança, tirei o meu cinto, e estalo perto do rosto dela. Novamente ela se assustou, seu corpo tinha estremecido. Perguntei se ela queria desistir, e ela respondeu que queria continuar.

Posicionei-me atrás dela, e comecei a bater nela com o cinto, a princípio sem força, muito mais preparando e medindo. Quando senti o corpo dela relaxar, bati com mais força, o estalo alto arrancando um gemido dela.

Fui batendo na bunda e nas coxas de Ana, alternando lugares e força por algum tempo, até que ela gemeu mais alto de dor. Parei, e a acariciei, exibindo a bunda marcada para a Senhora Kalía.

Fui até o frigobar, e peguei alguns cubos de gelo. Quando os passei na bunda dela, voltei a sentir o corpo dela estremecendo. Continuei brincando com os cubos, passando pelas coxas e pelos seios dela, até passá-los pelo clitóris dela, arrancando mais um suspiro de prazer. Passei mais um pouco, e depois voltei a masturbá-la, passando os dedos rapidamente no clitóris.

Antes que ela pudesse chegar ao êxtase, a interrompi, brevemente a desamarrando para colocá-la virada de barriga para cima, e com os pulsos e os tornozelos dela atados na cama, deixando-a totalmente aberta. Passei meu cinto em torno dos seios dela, apertando o suficiente, e vejo os bicos dos seios dela durinhos. Eu os beijei, mordisquei um pouco, e coloquei pregadores nos bicos. Ela sentiu a dor imediatamente, e começou a balançar o corpo, tentando se livrar deles, sem sucesso. Dei dois tapas na parte interna de suas coxas, e disse baixo para que parasse de se mexer tanto.

A Senhora Kalía estalou os dedos, me chamando a atenção, e estendeu um chicote de equitação. Apenas quando me aproximei, pude ver o seu sorriso de satisfação com a cena. Com o chicote, a Senhora ordenou que eu tirasse a calça, ficando apenas de cueca, tornando visível o quanto eu estava excitado com aquilo tudo que fazia. A Senhora então estendeu o chicote, para que eu o usasse em Ana.

Nunca tinha sentido aquela sensação de poder, de estar do outro lado do chicote, um calor tomou conta do meu corpo. Eu voltei, e, após passá-lo pelo corpo de Ana, comecei a usá-lo, batendo no lado de dentro das coxas dela, e mais de leve nos seios, arrancando gemidos de dor. Bati de leve, mas rapidamente, por cima da xoxota dela, que está encharcada, fazendo um barulho semelhante como se estivesse usando um chinelo de borracha numa poça de água. Nesse momento, minha excitação fica no máximo, e meu pênis sai da cueca. Minha vontade é colocá-lo na boca de Ana, para que ela o chupe, até que eu goze, mas então a voz da Senhora Kalía se faz presente, de seu trono…

– Eu deixei?

Um arrepio passou pela minha espinha, de cima a baixo. Como se fosse um banho frio de manhã, após sair debaixo das cobertas, toda aquela sensação de poder se esvaiu do meu corpo, minha ereção cedeu a no mesmo momento em que a Senhora se levanta, e antes que pudesse me dar conta, a Senhora Kalía já tinha pego o chicote de minhas mãos, e batia em meu rosto com ele, por eu ter sido desobediente.

Ela me pegou pelos cabelos, me forçando a andar quase de joelhos, e me colocou apoiado no fim da cama, com a bunda exposta, e começou a me bater com o chicote, uma, duas, três… Contei as chicotadas em silêncio, até vinte, quando a Senhora as interrompeu.

Fiquei confuso, pensando o que a Senhora faria comigo, até que novamente a Senhora me pega pelos cabelos da nuca, sem dizer nada, e colocou minha cara de frente para a xoxota melada de Ana. A Senhora pegou então pega uma meia-calça, amarrou no meu pulso, passou o meu braço por baixo da coxa de Ana, amarrando o meu pulso ao meu antebraço, e a amarração na coxa dela, repetindo o processo com o outro braço.

Minha visão ficou muito limitada, apenas a xoxota de Ana, que pulsava de excitação, e, com algum esforço, ao rosto dela. Vejo que ela também está curiosa com o que acontece, alheio a ela. A Senhora  Kalía então, me tirou dessas divagações, quando abriu minhas pernas ao máximo, amarrando meus tornozelos aos pés da cama. Ouvi alguns barulhos atrás de mim, não conseguia identificar o que ela estava preparando para me castigar.

Então senti o toque dos dedos de minha Senhora no meu ânus, besuntados de lubrificante. Entrou primeiro um dedo, devagar, fazendo movimentos de vai e vem, e depois ela enfiou mais um dedo, mexendo devagar, dando tapas na minha bunda.

– Você não tem direito a prazer, kleto… – A Senhora disse com calma, seus dedos indo e vindo no meu ânus devagar, e eu sentindo um imenso desconforto. – Somente eu e ela.

Balancei minha cabeça, humilde. – Sim, Senhora.

– Ótimo kleto… Agora você vai fazer Ana gozar bem gostoso, eu quero escutar os gemidos dela… Não quero ouviu um pio seu, só os gemidos dela, entendeu? Começa, kleto, anda…

Começo a lamber a xoxota da loira, e mal tinha começado, a Senhora enfiou um consolo na minha bunda. Eu dei um gemido, e minha boca abriu para tomar fôlego, apenas para ser tampada pela xoxota de Ana, minha língua mexendo loucamente nos lábios e no clitóris dela. Senti as coxas da minha Senhora encostarem nas minhas, o consolo todo enterrado em mim.

Continuei chupando e sentindo o prazer de Ana, enquanto Senhora fazia movimentos de vai e vem, comendo a minha bunda, me arranhando e batendo em minhas nádegas, me chamando de cachorro safado, cada vez que eu faço algum barulho que a desagradava.

– Isso meu cachorrinho… Quero sentir o seu prazer!

Enquanto lambia a xoxota dela, novamente minha ereção voltou, sentindo a Senhora Kalía me penetrando… A Senhora deixou seu corpo sobre o meu, sentia os bicos dos seus seios duros nas minhas costas…. A Senhora apertou meus mamilos com força, arrancando mais um gemido de mim, e meu pênis duro balançava e batendo na cama, me causando dor, que era infinitamente menor do que o prazer que sentia em satisfazer a minha Senhora.

Até que Ana gemeu mais alto, e a senti gozar na minha boca, os músculos dela apertando minha língua… Estava quase atingindo o meu êxtase também, apesar da dor e do incomodo, aquele misto de sensações pelo meu corpo… Implorei que ela me deixasse gozar, quase chorando…

Sem tirar o consolo de mim, ela desamarrou uma de minhas mãos. – Goza kleto pode gozar meu cachorrinho. Eu rebolava e gemia, sem conseguir controlar minha excitação com tudo aquilo, e logo estava gozando como nunca tinha feito antes. E minha Senhora simplesmente deixou seu corpo por cima do meu, me fazendo carinhos…

– Gostou? – Perguntou minha Senhora, tdo que consegui fazer foi agradecer a ela por ter me oportunizado viver uma experiência tão diferente e prazerosa.

escravo kleto { Kalía }


A medida dos pés

November 29, 2010

Como podólatra que sou sempre tive uma curiosidade: saber em que se baseava a unidade de medida que é usada para numerar um sapato confeccionado no Brasil.

 Nos Estados Unidos, sabemos que a unidade de medida utilizada é a polegada. Porém, em relação à numeração adotada no Brasil, por mais que eu tentasse entender e achar explicações, nada fazia sentido. Cheguei a fazer consultas em algumas fábricas de calçados, mas nem assim obtive essa informação.

Um dia, fazendo uma busca na Internet, encontrei uma explicação curiosa: a nossa medida de calçado foi herdada do oriente. Ela é calculada pela quantidade de grãos de arroz, ou seja, um sapato número 34 tem o mesmo tamanho de 34 grãos de arroz enfileirados. Muito curioso.

 Mestre K@


Os Teus Pés

November 29, 2010
Quando não posso contemplar teu rosto,
contemplo os teus pés.
Teus pés de osso arqueado,
teus pequenos pés duros.
Eu sei que te sustentam
e que teu doce peso
sobre eles se ergue.
Tua cintura e teus seios,
a duplicada purpura
dos teus mamilos,
a caixa dos teus olhos
que há pouo levantaram voo,
a larga boca de fruta,
tua rubra cabeleira,
pequena torre minha.
Mas se amo os teus pés
é só porque andaram
sobre a terra e sobre
o vento e sobre a água,
até me encontrarem.

Viciada em Sapatilhas

November 27, 2010

Ela é viciada em sapatilhas… eu também 🙂


[OFF] Humor com pezinhos

November 26, 2010

Hilario, mas fiz questao de por pelo tempo que os pezinhos da mina ficam expostos =]

http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=8456682


Festinha entre as amigas

November 22, 2010

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Party of Feet brought to you by PornHub


Lambendo Sapato escondido !

November 16, 2010

Galera, o troféu coragem desta vez, vai para o nosso amigo Wbirava, quem alem de fazer maravilhosos videos escondidos, tem coragem para fazer um pouquinho mais no metrô.
Confira alguns dos seus principais videos abaixo:
*Todos os videos de Wbirava incluidos em nosso acervo de videos.