Chinelo Cruel

A namorada resolveu castigar e humilhar o namorado. Era para ser uma surpresa para ele pois ele vivia querendo apanhar gostoso do chinelo dela. Era um chinelo todinho de couro. Tipo havaianas, tiras estreitas de couro marrom, sola todinha de couro. Tinha aquele cheiro forte de couro que os escravos adoram cheirar e que já fazem o pinto crescer. Ela notava que cada vez que ela usava aquele chinelo ele ficava de pinto duro.
Um belo dia ela prepara o castigo pra ele. A namorada entrou no quarto com o namorado vendado e foi tirando a roupa dele até deixá-lo pelado. Disse: quero você preparado pro meu chinelo. Ela convidou mais três amigas: Carla, Joana e Paula a entrarem no quarto para maior humilhação e assistirem ao castigo. O namorado nada percebeu. A namorada tirou a venda dos olhos e ele viu que tinha mais três mulheres no quarto. O namorado ficou inconformado…. disse: assim não!!! A namorada: você não queria ser humilhado? Nada melhor do que minhas amigas vendo você apanhando do meu chinelo!!! A namorada pegou-o pelas orelhas e colocou-o deitado no colo dela pelado. Indefeso, pediu para Carla: pega o presentinho que tenho pra ele na minha bolsa. A amiga pega e entrega o presente solicitado. Tratava-se de um chinelo todinho de couro – solas, tiras – uma lindeza o danado. Aquele que ele vivia pedindo pra namorada surrá-lo. Quando a namorada pegou o chinelo na mão e mostrou pra ele, nossa… ele ficou doido. Ela começou passando o chinelo na bunda dele e as amigas olhando… rindo. Ela dizia: que remédio que menino levado precisa levar na bunda? Responda, senão será pior pra sua bunda. E ele respondeu: muito chinelo!
De uma hora pra outra a namorada começa a estalar o chinelo na bunda dele. Foi uma estaladeira sem parar. Sem ele esperar. A bunda começou a mudar de cor com os estalos do chinelo cruel. Até umas vinte chineladas ele parecia agüentar. Depois, não tinha o que fazer: começou a espernear, pular, querendo livrar a bunda do caminho do chinelo. Quanto mais esperneava mais ela estalava o chinelo.
Nessa primeira sessão foram sessenta chineladas. Carla não acreditava no que via: ela olhava e falava …que delicia… nossa..como nunca fiz isto antes com meu namorado?
Depois, a namorada o colocou de castigo. De joelhos, com o chinelo cruel que apanhou sobre as mãos, sem deixar cair, para humilhar mesmo, olhando o tempo todo pro chinelo sobre as mãos. Não sem antes beijar o chinelo e agradecer: Chinelo cruel, obrigado por castigar a bunda desse menino levado! Ficou um tempo no castigo enquanto elas conversavam. Depois, Carla, que não acreditava no que via, recebeu o convite da namorada: quer estalar o chinelo na bunda dele? O namorado ficou doido…disse: ela não.. não… Trouxeram-no quase a força no colo dela. No começo Carla ficou tímida.. Mas depois de umas 10 chineladas pegou jeito, perdeu a timidez, arrumou-o bem no colo dela dizendo: menino levado tem que entrar no couro do chinelo.
Ainda tinha o castigo dele não poder passar a mão na bunda ardida pra aliviar o ardido deixado pelo couro do chinelo. No colo da Carla o chinelo cantou muito. A namorada estava toda melada a essa altura. Ficou todinha pelada para ele e mandou-o ficar de joelhos na sua frente… Chegou a xela na língua dele e disse: lambe meu grelo que já está parecendo um pinto de duro e me faz gozar gostoso.
Joana, que não tinha tido o gosto de pegar no chinelo, ficou com ele na mão. Dizia: lambe gostoso o grelo senão o chinelo vai cantar. Ela não resistiu: dava chineladas na bunda dele. A cada chinelada ele lambia mais doidamente na esperança de acabar com o suplício do chinelo cruel. A namorada se contorcia toda, estremecia, gemia, até que gozou vendo-o apanhar e lamber seu grelo. Gozou tanto que ele ficou com o rosto todo melado. A namorada então disse a ele: já que você levou a lição do meu chinelo e me fez gozar gostoso, vou lhe dar um presente. Colocou-o de pé para dar um trato no pinto dele com a língua. Deu um banho de língua no pinto enquanto ele ficava com as mãos na nuca. O pinto ficou nervoso e vermelho parecendo que ia esporrar, preparadinho para uma boa trepada. Depois ela ficou de quatro, e a Paula, que ainda não tinha pegado no chinelo, ficou logo atrás dele, não resistiu, pegou o danado, e ficou cuidando da bunda dele com o chinelo. A Paula adorou sentir aquele chinelo na mão e uma bunda pelada rebolando em sua frente e disse: trepa gostoso e esporra gostoso senão tem mais chinelo!!! Agora será minha vez de estalar esse chinelo cruel! Ele de pé… a namorada de quatro na beirada da cama. A amiga alisava a bunda dele com o chinelo. De repente, ela estalou uma chinelada que ele rebolou freneticamente na xela da namorada. Nossa, disse a namorada, não poupe o chinelo! Adorei a rebolada que ele deu! Estala mais esse chinelo cruel na bunda dele! Paula então aproveitou: começou estalar o chinelo e ele pulava tentando esporrar para escapar do ardor do couro. De repente, gemendo alto, diz: pára, estou esporrando, pára!!! A amiga então dispara seguidas chineladas na bunda que o faz urrar rebolando deliciosamente na xela da namorada. Tirou o pinto pra fora (pois estava sem camisinha) e esporrou como nunca!! Com o pinto de lado, Paula pode contar dez jatos de leite que voavam longe numa esporrada nunca vista! Ele contou depois para a namorada que ficou dias sem sentar direito por causa do chinelo cruel. Mas safadamente já estava com saudades daquele chinelo cruel!

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: