De subordinado a escravo

Sou administrador, e na época trabalhava na secretaria de saúde em Sorocaba. Nos momentos de menos trabalho, costumava visitar alguns sites de dominação feminina, sempre sem deixar que nenhum colega do departamento percebesse, pois seria uma situação constrangedora.

Minha chefe, Dra. Michele, era uma médica muito competente, e coordenava todo o setor que eu trabalhava, dando ordens para mais de 20 funcionarios. Era uma mulher exigente e autoritária, que gostava das coisas do jeito dela, e sempre deixava claro que gostava de mandar e de ser bem tratada por seus subordinados.

Certo dia, por volta das 18:00, quando boa parte da secretaria já estava de saída, Dra. Michele me chama para a sala de reuniões, dizendo que tinha um assunto importante para tratar comigo. Levantei da minha cadeira na hora, e fui atrás de minha chefe.

Dentro da sala, a Dra. me relatou que há alguns meses os computadores da secretaria estavam sendo monitorados, e que foi constatado que eu havia entrado em diversos sites de sadomasoquismo, sendo que alguns possuíam conteúdo pornográfico. Perguntou se eu tinha ciência de que aquilo era proibido, e que os computadores do da secretaria eram destinados apenas para o trabalho. Respondi que sim, que tinha ciência de que eu estava errado, fiquei morrendo de vergonha, e pedi desculpas garantindo que isso jamais aconteceria novamente.

Foi então que tive uma grande surpresa. Ela passou a falar de forma ainda mais autoritária quer o normal, dizendo o seguinte:

– Pensa que isso vai terminar assim? Com um simples pedido de desculpas? A situação é mais grave do que você pensa. Tenho motivos pra colocar você no olho da rua agora mesmo, e por justa causa. Ninguém é obrigado a manter um empregado que gosta de visitar sites de conteúdos duvidosos.

Fiquei mudo. Ela continuou:

– Podemos resolver isso de duas formas. Já sei, pelo conteúdo dos sites, e pelo próprio perfil que você sempre demonstrou aqui na secretaria, que você é um mero submissozinho, que gosta de receber ordens de uma mulher autoritária como eu não é?

Continuei mudo.

– Pois então podemos chegar num acordo. Eu não te mando embora, e você a partir de hoje, além de meu subordinado será meu escravo.

– Como assim escravo? – perguntei assustado.

– Escravo oras! Você sabe muito bem como é. Vai funcionar assim: sempre que eu ordenar, você ficará aqui na secretaria até mais tarde. Quando todos tiverem ido embora, você passará a me servir da forma que eu quiser, apenas vai obedecer minhas vontades. Aceita? ou quer ser mandado embora agora?

– Não tem outro jeito?

– Não!

– Tudo bem Dra. Michele…..então eu aceito.

– Ótimo! Começará a me servir hoje mesmo. Não tenho aula hoje, posso ficar até mais tarde. vai ser bom ter um capacho pra rastejar aos meus pés.

Naquele dia, por volta das 19:00 começou minha vida de escravo da Dra. Michelle. Assim que o último encarregado saiu, ela me chamou na sua mesa.

– Vem cá escravo! Sua Rainha está chamando!

– Pois não Dra.

– Dra. não! Me chame de Senhora entendeu?

– Sim Senhora.

– De joelhos.

Ela levantou o pé direito e disse.

– Tire meu sapato, seu inútil. Andei pela prefeitura hoje a tarde inteira. Como está o cheiro dos meus pés?

Minha Senhora então colocou o pé encostado no meu nariz. O pé estava molhado de suor, e exalava um cheirinho….

– Estão suados – respondi.

– Sim. E o cheiro, está gostoso escravo? Vá se acostumando, pois você vai sentir bastante esse cheirinho daqui pra frente. Quero uma massagem no meu pé. Agora, anda!

Comecei a massagear aqueles pés maravilhosos, e logo fiquei muito excitado. Ela deu um pequeno sorriso e disse:

– Está gostando né escravo? Gosta de ser usado e humilhado por uma mulher de verdade né? Seu inútil. Só pra isso que você serve mesmo. Agora massageie o outro pé, rápido!

Enquanto eu massageava ela passou a mão na minha cabeça, e de repente desferiu um tapa forte na minha cara.

Fiquei surpreso e ela disse:

– Sempre que eu te der um tapa, você deve agradecer e beijar minha mão.

Outro tapa.

– Obrigado senhora.

– Isso verme, beije a mão que te bate na cara. Idiota, é um inútil mesmo. Aceitar uma humilhação dessas…….que coisinha imprestável você é. Quer lamber meus pés não quer? Mas não vou deixar. Se for um bom escravo talvez eu lhe dê essa honra. Agora quero ter um pouco de prazer.

Minha Dona tirou a calcinha por debaixo do vestido que usava, até os joelhos.

– Tire o resto escravo! Com a boca!

Coloquei a boca na calcinha molhadinha e puxei até seus pés. Ela aproveitou para dar um chute com um dos pés na minha cara, e eu na hora dei um beijo, assim como tinha feito em sua mão.

– Está aprendendo verme. Agora vem lamber sua Dona.

Fiquei lambendo minha Rainha durante um bom tempo, até ela chegar ao êxtase.

– Muito bom minha cadelinha. Sabe pra que mais essa sua boca serve? Pra ser minha privada, hahahahahaa…..- ela ria muito, satisfeita com o que acontecia.

– Vou mijar em você, e você vai engolir tudinho….como bom escravo que é.

Eu só obedecia, não conseguia parar de obedecer aquela mulher maravilhosa.

Ela me mandou ir de quatro até o banheiro, me fez deitar no chão e simplesmente despejou aquele líquido quente na minha cara. Bebi boa parte que caiu na minha boca. Ela olhava aquilo tudo com muito prazer, saboreando cada ato de submissão que eu cometia.

– Limpe essa sujeira toda, e depois volte de joelhos como um vira latas até a minha mesa.

– Sim Senhora.

Quando voltei, ela me aguardava em sua cadeira, que mais parecia um trono, e olhava seus emails no computador.

– Quer lamber meus pés não quer?

Então eu assumi de vez minha condição de total submissão àquela mulher.

– Quero muito Senhora. Tudo o que eu quero agora é lamber seus pés de Deusa. É pra isso que eu sirvo, para rastejar aos seus pés minha Rainha.

– Pois primeiro essa sua lingua imunda vai me servir de outra forma. Como disse, andei hoje o dia inteiro pela prefeitura e outros setores, pelas ruas do centro da cidade…..as solas dos meus sapatos ficaram muito sujas, merecem uma limpeza. Pode começar verme!

– A Senhora quer que eu limpe com a lingua?

– Claro estúpido! Comece a lamber!

– Mas tenho um pouco de nojo Senhora…

– Não quero saber! Você não gosta tanto de sapatos de salto alto, não tem tesão por isso, não queria sempre ver eu usando meus saltos, não era isso que visitava nos sites!!?? Então se quiser ter a honra de passar essa sua lingua nos meus pés maravilhosos, terá primeiro que limpar a sola dos meus lindos sapatos. Depois vou mandar você escovar os dentes e aí sim deixarei essa sua lingua chegar perto dos meus pés. Mas isso se meus sapatos ficarem muito bem limpos, senão nada feito. Agora anda logo que eu já estou perdendo a paciência, sua vadia imunda.

Comecei então a lamber as solas, que estavam muito sujas, enquanto minha Rainha olhava emails e falava ao telefone. De vez em quando ela mandava eu parar, olhava as solas, e em seguida falava “ainda não estão limpas, pode continuar escravo e chupa bem o salto também idiota é pra colocar tudo na boca até o fim?. Fiquei assim durante quase uma hora. No final ela se levantou e disse:

– Estou atrasada, preciso ir embora. Tchau verme.

– Mas a Senhora falou que iria deixar eu lamber seus pés.

– Falei né. Mas eu mudei de idéia. Faremos assim: amanhã pretendo vir com uma bota que me deixa com um cheirinho maior que esse. Vou andar bastante com ela, e no fim do dia deixarei você lamber meus pés por muito tempo. Se você aguentar o cheiro, hahahaha. Agora vou embora, e vá se acostumando que será meu escravo sempre e terá que pagar caro pra experimentar minha boca gostosa e carnuda um dia. Adeus meu escravo, até amanhã.

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