Na casa do amigo (litoral)

Escrito por Administrator   
Seg, 31 de Maio de 2010 14:46
 Numa outra fase de minha vida, entre muitos colegas que andavam comigo, tinha um que sempre convidada a gente para ir para o litoral, mais precisamente em São Sebastião. Seus pais sempre alugavam uma casa durante o mês inteiro de janeiro, e cada semana, convidava pessoas diferentes. Desta vez, como já era um pouco mais velho (13 anos), não ia acompanhado de meus pais.

                     Nesta semana estavam na casa além de meu amigo e eu, sua irmã e algumas amigas que eram um pouco mais velhas, na faixa dos 17-19 anos. Como podólatra convicto, vcs podem imaginar que loucura foi ter ficado e dormido bem pertinho daquelas gatas lindíssimas e deliciosas, é bem verdade que havia uma gordinha branquicela, mas seu pezinho tinha um charme especial.

                     De todas as quatro garotas , a mais deliciosa era a Tãnia, uma morena de cabelos lisos até o ombro, pele bem dourada do sol, bum-bum empinadinho e os pés então, que pés eram aqueles, parecia aqueles de revista, de propaganda de sandália. Durante a noite, Carlos (meu amigo) e eu, íamos espionar o quarto delas pela fresta da janela e podíamos ouvir elas batendo papo e se trocando. Para vcs verem como ela era muito gostosa, mesmo entre elas durante o papo, as outras garotas ficavam puta da vida com Tânia, pois ela chamava muita atenção na praia e roubava as respectivas paqueras.

                        Quando voltávamos da praia, era tortura pura, pois todo mundo ia tomar banho e depois, elas começavam a se deitar nos sofás da casa ou na rede da varanda, exalando sempre aquele cheiro de banho, misturado com shampoo e creme hidratante, e tudo isso dentro daquele típico clima de litoral em pleno verão, enfim, era uma loucura. Numa destas tardes, como sempre fazia, logo depois da praia e do almoço, corri para a varanda e deitei na rede, simplesmente para matar o tempo. De repente, surge na varanda ela, linda, maravilhosa, cheirosa, tesuda e tudo mais que vcs podem imaginar, de shortinho jeans bem curtinho, com um top minúsculo e uma sandália de palha, bem característica de praia. Só de estar perto dela, meu coração já começava a bater mais rápido, e disparou de vez quando ela perguntou:

– E aí garoto, será que cabe eu aí também ???.

                      Minha nossa senhora, nem que a rede fosse um pedaço de pano, eu ia dar um jeito de fazer cabê-la ali. Mas como garotão meio sem jeito, respondi:

– Acho que sim, vem que a gente dá um jeito.

                     Foi quando ela veio em direção a rede e começou a se ajeitar, suas pernas “douradas” e brilhates devido ao creme hidratante roçando de leve nas minhas, aquele cheiro todo misturado delicioso, por sorte eu não estava mais de sunga, já havia tomado banho e colocado um short e camiseta, pois minha pica já estava pulsando,  dura como pedra e meu coração batia a mil por hora. Como ela deitou do lado oposto, seus pés ficaram bem perto do meu rosto, e podia sentir seu odor, e aquilo estava me anestesiando de tanto tesão. Eu não podia acreditar na visão que eu tinha, aquela puta gostosa do meu lado, cheirosa, e com seus pés, objetos de muitas punhetas, bem do meu lado. Eu só rezava para meu amigo não aparecer naquela hora me convidando para jogar bola na praia, como era de costume todas as tardes.

                 Ela começou então a puxar papo, aquele típico blá blá blá, onde eu estudava, quantos anos eu tinha, se eu gostava disso ou daquilo, há quanto tempo eu conheço a família, etc. Daí ela perguntou se estava encomodando, e numa relampejar resposta, pois até hoje não sei como fui capaz de soltar aquilo naquela hora, disse:

– É claro que não, e olha que agora entendo por que as meninas falam que vc rouba as paqueras delas.

                 Nesta hora ela meio espantada, virou e disse:

– Que é isso garoto, vc anda escutando nossas conversas, é ???

                E junto com essa exclamação, com seu pé esquerdo, me deu um tapinha bem de leve no meu rosto, na bochecha (mais parecia um empurrão), mas o suficiente para sentir aquela sola macia e branquinha, deliciosa, cheirosa, linda e tudo mais que tem direito. Eu totalmente sem jeito por tudo o que estava acontencendo desconversei e tentei mudar de assunto, e já fazia mais de 20 minutos que minha pica não se alterava, ou melhor, depois desse toque ela conseguiu ficar mais dura ainda.

                    Conversa vai, conversa vem, reparei que ela começou a ficar meio sonolenta, e depois de um tempo, vi que havia fechado os olhos. Imediatamente, comecei a ficar impaciente, pois era tudo o que eu queria era estar ao lado dela, e seu pé bem perto de mim, mas como era garoto, tinha muito medo de alguém chegar ou mesmo ela acordar de repente. Foi quando ela ainda dormindo, se ajeitou um pouco mais, girando um pouco suas pernas e desta maneira pondo seus pés a menos de um palmo do meu rosto. Agora é fácil e tranquilo pensar no assunto, mas com certeza na hora, meu coração deve ter ido a uns 130 bpm.

                        Aquilo tudo era muito excitante, além do fato de estar com aquela Deusa, o perigo de chegar alguém ou dela acordar só aumentavam o tesão. Mais uma vez tomei coragem e comecei a chegar bem perto do pé dela, sempre olhando para ver se ela havia acordado, e comecei a sentir bem de pertinho o cheiro daquela maravilha, e era uma mistura de creme com cheiro natural de chão, bem típico do litoral, pois apesar de estar de chinelos, ela gostava muito de andar descalça. Eu percorria desde a sola até entre os dedos, cheirando aquele pé inteirinho, foi quando pude ver em meu shorts, uma mancha, devido àquele líquido lubrificante de excitação que minha pica acabara de soltar, de tanto tesão que eu estava.  Depois de alguns minutos cheirando aquele pé inteirinho, comecei de leve a encostar meu nariz e boca naqueles dedos e solas, e fiquei com muito medo dela acordar, e depois passei a esfregar meu rosto também de leve naquele pé, seus dedos eram bem alinhados e macios, unhas perfeitas e bem aparadas só com base e seu dedinho, ligeiramente gordinho. Como já havia entrado várias vezes no quarto dela para cheirar suas sandálias e tênis, sabia que ela calçava 36. (obviamente sem a presença dela)

                     Nesta hora, quase tive uma parada cardíaca devido ao susto, pois ela se mexeu, talvez devido ao toque e pensei por instantes que ela havia acordado. Mas na verdade, ela só estava se ajeitando, e para aumentar o meu desespero, ela flexionou somente a outra perna (direita) e colocou seu pé em cima da minha barriga, a um palmo da minha pica. Eu gelei, tremi, podia sentir meu coração batendo na sobrancelha. Em compensação, seu pé esquerdo ficou praticamente apoiado no meu rosto, eu então decidi arriscar para ver de uma vez se ela ia acordar ou não e dei um beijo no seu dedinho e logo em seguida o coloquei inteiro dentro da minha boca, e sempre de rabo de olho, vendo se ela não acordava. Como ela não se manifestou, continuei a chupar o dedinho e comecei a passar de dedo em dedo até enfiar o dedão, obviamente passando a língua bem devagarinho entre os dedos e sentindo um gosto maravilhoso, uma mistura de creme hidratante com um gosto meio salgadinho devido a ela andar descalça, como já havi falado. Minha vontade era de enfiá-lo todo na boca e comer aquele pé inteiro. fiquei chupando o dedão por uns 2 minutos e enfiei de uma vez só os cinco dedos. Que sabor, que cheiro, que delícia.

                        Nesta hora, minha maior preocupação era dela acordar, pois aí não teria o que inventar para exoplicar aquela situação, mas ao mesmo tempo surgiu em minha mente a hipótese dela estar somente fingindo dormir e simplesmente permitir que eu fizesse tudo aquilo. Isso só serviu de mais estímulo para eu continuar a chupar aquele pé todo. Passados alguns minutos, depois de chupar e cheirar aquele pé inteirinho, comecei com as mão a massagear o outro pé que descansava em minha barriga e bem devagar, comecei a empurrá-lo para bem perto da minha pica, chegando a apoiá-lo bem em cima dela. Com movimentos bem leves comecei um vai-vém com seu pé, como se estivesse punhetando e nada dela acordar. Nesta hora, perdendo completamente a noção do perigo, levantei o elástico do shorts e puxei somente a cabeça do pau pra fora, e como estava muito excitado, havia bastante líquido lubrificante o que facilitou o esfrega-esfrega que fazia com seu pé. A sensação de colocar seu pé mais frio em contato com minha pica quente como brasa, era alucinante.

                        Aos poucos fui aumentando o ritmo sem no entanto notar que a rede já balançava consideravelmente e ela poderia acordar a qualquer momento, e também jamais poderia imaginar que aquilo que estava ocorrendo era real, pois estava chupando um pé daquela Deusa, enquanto o outro estava em contato com minha pica, era demais pra ser verdade. Não durou muito tempo, e sentia que ia gozar a qualquer momento, estando neste instante completamente sem noção do perigo que estava correndo.

                        De repente, começo a sentir uma forte sencação deliciosa, e vejo que estou gozando nos dedos daquela princesa enquanto chupava com força o outro pé, podia ver aquele leite branquinho escorrer por entre os dedos dela e não sei por que, naquela hora me deu uma vontade incontrolável de lamber aquele pé todo gozado, talvez pelo tesão e pela cena no momento, por aquele lindo pé bronzeado, com sola branquinha e macia estar todo gozado, juro que aquela cena não me sai da cabeça até hoje, e ainda sim quando lembro, fico de pau duro. Passado aquele momento de máximo tesão, acho que a ficha começou a cair e pensei, “puta merda, o que eu fui fazer ??”. Como estava de camiseta, tratei logo de limpar aquele pezinho maravilhoso e tirar toda porra dele, sendo que tinha voado porra também em parte da rede, mas até aí, eu deixei pra lá.

                        Então dei uns cinco minutos, tempo suficiente para acalmar minha ofegante respiração, e simulando ter sido chamado por meu amigo, me levantei e fui embora. Assim que cheguei no quarto, fui ao banheiro para bater outra punheta, pois não ainda não estava acreditando o que havia acabado de ocorrer. De noite, durante a janta, por vêzes ficava olhando para ela, mas não notei nenhum tipo de olhar diferente por parte dela.

                        Confesso que até hoje, quando já passo dos 30 anos, não sei se aquele inesquecível dia ela relamente estava cochilando, ou ela só estava fingindo e permitiu tudo aquilo acontecer. Quem sabe um dia desses eu cruze com ela, pois assim como eu, ela deve ter se casado, e em mais um lampejo pergunte a ela se ela se lembra de alguma coisa daquele dia.

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