Os sapatos de minha senhora

Recentemente um amigo confessou-me alguns segredos de sua intimidade. Marcos é um fetichista de pés destes que não podem nem olhar um belo pézinho pela rua que ficam transtornados. Por extensão ele adora tudo o que estiver relacionado aos pés: sapatos, meias, sandálias, tamancos enfim, tudo. A esposa de Marcos, ex. esposa, nunca soube do fetiche dele. Ela era uma bela morena de pés lindos, do jeito que ele gostava, tamanho 38, bem feito, largo e gordinho, de pele bem cuidada e macio. Este meu amigo sempre teve muito medo que seu fetiche fosse descoberto por sua esposa, tinha medo de que ela não entendesse e isso prejudicasse seu casamento. Mas Marcos tinha um tesão louco pelos pés de Sônia. Uma noite em que ela não estava, ele fez uma coisa que marcou sua vida. Entrou no quarto da casal e foi direto para o armário onde Sônia guardava suas roupas e sapatos. Ao abrir a porta, bem diante de seus olhos um espetáculo que só nós fetichistas de pés podemos entender. Lá, bem arrumadinhos, estavam os sapatos de sua esposa. logo ao abrir as portas do armário, ele sentiu o perfume de tantos sapatos juntos. Seu corpo tremeu de desejo antecipando o prazer.

Ele manipulou um por um colocando-os ao chão sobre o tapete. Cada um tinha a marca de sua mulher, ou melhor, dos pés. Como Sônia tem pés bem característicos, largos, gordinhos, de formas generosas, eles moldavam a estrutura do sapato em conformidade com seus pés. Marcos manipulava um após o outro com muito cuidado e atenção. O couro do sapato assumiu de maneira mágica, os contornos dos pés, na palmilha da sola tinha impressa as marcas dos dedinhos gordinhos e muito bem feitos. Mas, o principal, não pode ser descrito, o perfume. Ah! E que perfume. Bom desculpem é que eu adoro esse perfume. Embriagador? Feitiço? Não sei. Nem Marcos definiu coisa nenhuma. Mergulhou como louco em meio a tantos pares, quisera que fossem mais numerosos, mas estava muito bom. Meu amigo não quis contar muito mais do isso mas, por certo não é difícil imaginar o que se sucedeu. Seu sorriso de satisfação denunciava um menino levado que descobrira um novo e secreto binquedo e não queria compartilhar com ninguém.

Com o passar dos dias a inquietação ia tomando conta dele. As lembranças daquela noite somadas ao seu desejo pelos pés da esposa iam se acumulando em seu peito. Marcos não se conteve e contou a esposa sobre suas fantasias. Para sua surpresa ela, embora não demostrasse nenhum interesse especial, aceitou até com um certo bom humor e topou realizar algumas de suas, dele, fantasias, em troca ele teria que realizar as dela. Feito. Não sei muito do que eles fizeram, mais ficou para nós algumas fotos que ele tirou dos pés de Sônia que ilustram este texto.

Mas por que eu estou relatando esta conversa? Simples. Por que eu mesmo, por uma razão bem diferente, já experimentei o prazer do fetiche por sapatos.

Recentemente minha senhora, Sarah Domina, viajou para Belo Horizonte por um longo período de tempo deixando-me distante de seus deliciosos pézinhos. Mas teve a generosidade ou crueldade, de deixar comigo dois pares de sapatos seus bem usados. Uma botinha de cano curto e um sapato scarpin. Eu conheço muito bem um e outro, perdi a conta das vezes em que fui pisoteado ou os lambi. Nem há o que comparar. Mais, estes sapatos tem um poder misterioso. Tem o poder do tesão. Minha senhora tem um perfume especial nos pés e seus sapatos ficam deliciosamente empregnados com ele.

Após minha conversa com Marcos, ao chegar em casa fui para meu quarto, abri o armário e peguei os sapatos. Depositei-os sobre a cama, deitei-me ao lado. Acariciei com ternura visualizando os pés de minha senhora Sarah dentro deles. Como desejei neste momento sentir seus pés dentro daqueles sapatos, sentir sua presença física enchendo sensualmente o sapato. Sentir o calor que emana deles e que atravessa o couro do sapato. Eu adoro sentir este calor sensual. Sempre que os descalço, mergulho meu nariz dentro deles e aspiro o perfume afrodisíaco que invade meu corpo e leva de roldão para o mundo do tesão.

Trouxe um para perto do meu rosto. Olhei cada detalhe sempre lembrando de seus pés dentro deles. É muito interessante como os pés marcam os sapatos com sua formas e como nós adoradores de pés podemos reconhecer aquém pertence este sapato. Toquei o salto pontiagudo que tantas vezes senti penetrar em minhas carnes, pensei ouvir por um breve instante a expressão de prazer de minha senhora quando pisoteava seu escravo. Quantas vezes lambi estas solas, chupei estes saltos. Mergulhei meu nariz no interior e absorvi o perfume. Como louco me entreguei as lembranças e ao feitiço de seus sapatos. Com, intensidade e paixão, bebi deste aroma. Abri minha alma e deixe-me invadir por seu poder de mulher, de rainha. O efeito era sempre imediato. Excitação.

Despi minhas roupas e deitei novamente na cama. Segurei em uma das mãos o scarpin preto, com a outra a botinha. Trouxe para meu rosto a botinha e senti o perfume dos pés de minha rainha. O sapato eu usei para acariciar meu corpo. Esfreguei a sola gasta e rugosa em meus mamilos entumecidos de tesão. Desci pelo ventre até chegar ao meu pênis ereto. Acariciei suavemente percorrendo toda a extensão do pênis. Aos poucos fui aumentando a intensidade e pressão dos movimentos. Da mesma forma que minha senhora faz quando pisa em meu, melhor, seu pênis. Forcei o salto em meus testículos cravando-o lentamente como ela faz sentindo a dor prolongada ir lentamente se expandindo por meus testículos cheios. Fui cada vez mais me entregando a este prazer solitário viajando na fantasia de estar aos pés de minha senhora. Queira sentir seu peso sobre meu sexo neste momento. Sentir seus pés sádicos esmagando meu desejo, meu corpo. Pisando minha cara, minha boca insana de desejo de lamber seus pés.

Minha excitação crescia a medida em que minhas lembranças dos nossos momentos iam se repetindo em minha mente como um filme. Estas lembranças ficarão gravadas em minha mente para sempre.Vou levá-las comigo como herança destes momentos de amor.

O perfume da bota entorpecia minha mente, aumentando a intensidade de minhas lembranças. Eu mergulhava tão fundo que podia sentir tudo como se estivesse de fato acontecendo naquele momento. Tantas vezes nós vivemos estas situações prazerosas para ambos, que meu ser tremia como se fosse a primeira vez, primeira vez que ainda esta viva dentro de mim em meus sonhos e lembranças, se todas as mulheres soubessem que pequenos detalhes podem enriquecer a vida amorosa. Ah! Seria um sonho.

Meu tesão era tanto que sentia uma vontade enorme de gozar. Explodir de alegria. De paixão. Penetrei no interior do sapato. Faltava o calor, mas, mesmo assim, estava ótimo. Lembrei das oportunidades em ela ordenava que pusesse meu sexo rígido embaixo de seus pés calçados em sandálias abertas e assim ela podia pisa-lo sentindo a pulsação do meu desejo. Eu sentia o desejo aumentar a loucura em mim. Não tinha mais noção de nada. Estava longe, estava aos pés de Sarah Domina mesmo sem sua presença eu me sentia como se estivesse. Na verdade, quando se é um escravo você se sente assim, mesmo a distância, mesmo sozinho na penumbra de um quarto qualquer, eu me sinto escravo, para todo o sempre escravo

Lembrei que no interior do sapato, gravado na palmilha, estava o meu nome. Ela havia feito isso a muito tempo mas a marca ainda estava lá bem nítida. Um pouco gasto pelo roçar de seus lindos pés no interior do sapato. Imaginei como seria fantástico ser aquela palmilha e estar ali o tempo todo, na rua, no trabalho, no passeio enfim, todo o tempo sob estes pés. Lambi a palmilha. Seus pés estiveram ali tantas e tantas vezes, suando, pisando em escravos e escravas. Caminhando por todos os lados. Aqueles pézinhos delicados e carnudos. Pés hábeis na arte de dominar. Pés que lambi com paixão. Dedinhos que suguei como se fossem doces. Quantas vezes engoli-os até não caberem mais em minha boca sedenta. Em meu rosto ela os esfregava, ora carinhosa, ora cruel. As vezes chagava da rua descalçava os pés e os oferecia para serem cheirados, beijados e lambidos com servidão e entrega.

Meu olhar se perde na imensidão de trevas em que meu quarto se transformou. Lá do fundo a imagem de Sarah sentada em seu tronos de tecido vermelho e encosto alto, deixava seus olhos brilhantes e superiores caírem generosos sobre seu escravo deitado aos seus pés adorando-a com fervor. Sua perna estendida oferecendo o pézinho delicado para ser beijado. Seu gemido gostoso de tesão quando meus lábios tocavam-nos. Seus gritinhos quando eu os mordia na sola querendo devora-los. Minha liíngua conhecia cada recanto de seus delicados e perfeitos pés. Os pés de minha senhora sào mais do que belos e perfeitos. São sensuais. Desde de que a coheci fiquei apaixonado por eles. Suas solas têm uma forma gostosa, curvilinea. São claras, macias e generosas de carne, o que eu amo morder e saborear. O perfume natural é delicado. Minha língua corre pro elas com ardor.

Aspiro o perfume da bota deixando o cheiro invadir e tomar conta de mim. Esfrego o scarpin em meu sexo. Que loucura. Sinto a sola rigosa e gasta de encontro a pele do meu pênis rigido como pedra. Quisera ter mais e mais pares de sapatos para me cobrir com eles. Desejava esfregar centenas deles por todo o meu corpo. Queria espalha-los por sobre a cama e me deitar sobre eles para fazer-lhes amor. .Penetrá-los como se fossem uma vagina. Que inveja senti neste momento do meu amigo que tinha a seu dispor muitos pares de sapato para adorar. Me esfreguei selvagemente na sola do sapato. Já começava a ferir meu sexo na sola rugosa. Engoli o salto da bota até o fundo da boca e o chupei depudoradamente.

Estava prestes a perder o controle e gozar. Mas contive-me. Queria prolongar mais e mais aquela sensação deliciosa. Ah! Minha senhora quanta falta me fazes. Quanto tesão lhe tenho. Como gosto de amá-la de tê-la pisoteando meu corpo. De olhar para cima e vê-la altiva usando meu corpo como pedestal.

Meu corpo enrijeceu. Sentia o gozo brotar do mais profundo de mim. Meu coração desatou a bater forte. Não podia mais me conter. Precisava explodir num gozo fecundo. Nesse gozo que nasceu do mais belo de mim. Nesse gozo em que homenageio minha senhora. Nesse gozo, gozo, gozo….

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