Pezinhos de fada

Eu descobri muito cedo que a maioria dos homens e também das mulheres, sente uma grande atração, ou se sente estimulada por pés, especialmente os femininos. Não sei explicar o motivo. Já li muito sobre esse fetiche, sem entender o que acontece. Mas descobri que a atração e o efeito são maiores do que as pessoas declaram. As pessoas ficam excitadas quando vêem mulheres com pés bonitos, delicados, bem tratados, e mais ainda se a pessoa usa sandálias sensuais. Eu sou hoje uma mulher de 20 anos, que é considerada bonitinha, tenho estatura média, corpo proporcional, seios médios e bumbum firme e arrebitado. Minhas pernas são muito bonitas, porém meus pés é que são os pontos altos, pequenos e bem feitos. Não sei o motivo que os torna tão sedutores e atraentes aos olhares. Sou morena cor de café com leite, cabelos pretos, compridos com uma franja. Quando estou bronzeada posso passar por uma indiazinha. E onde quer que eu vá, percebo que os homens e mulheres, sempre ficam observando meus pés, atraídos, com um efeito que parece mágica. Isso hoje me dá prazer e eu já sei muito bem como lidar com esse poder que tenho. Mas vou contar do princípio. Ainda menina, as pessoas me diziam que eu tinha pés muito bonitinhos e de tanto falarem nisso, comecei a reparar que quase todos prestavam atenção neles, admiravam e até elogiavam. Quem foi o primeiro incentivador dessa consciência foi meu pai, que me chamava de “minha princesa de pesinhos de fada”. Eu era bem pequena, uns quatro anos, mas ele já sabia que eu teria pés atraentes. Ao longo da minha vida, sempre gostei de comprar sandálias que mostrassem e realçassem meus pés, pois descobri que aquilo aumentava minha atração, as pessoas olhavam e admiravam. Tenho muitas histórias sobre isso, e desde muito criança, fui descobrindo o quanto meus pés têm o poder de seduzir as pessoas. Quando eu era menina, com seis anos, meus pais se separaram. Minha mãe sempre foi uma mulher bonita e independente, 30 anos, viajava muito por conta do serviço dela, e numa dessas vezes traiu meu pai, que depois veio a descobrir e se separou dela. Eu o visitava de vez em quando. Algum tempo depois minha mãe arranjou um namorado. Ele era um homem de seus 35 anos, atraente, bonitão, e bastante atencioso comigo. Eu com pouco mais de 6 anos andava em minha casa completamente à vontade, só de calcinha, pois não tinha malícia de nada e minha mãe era bem liberal. Sempre que o namorado de minha mãe vinha à nossa casa, ele me abraçava, me beijava com carinho e muitas vezes me colocava no colo, puxando conversa comigo, me fazendo sentir uma pessoa importante. Aquilo me agradava. O cheiro do perfume dele me dava uma sensação muito boa, que quando cresci descobri que era excitação. Mas na infância não sabia o que era. Enquanto ele esperava minha mãe se arrumar para saírem, eu ficava na sala conversando com ele, sentada em seu colo. Foi numa dessas vezes que ele me disse que eu ainda seria uma mulher mais bonita do que minha mãe, e que tinha pés muito bonitinhos. Eu contei que meu pai me chamava de “princesa de pesinhos de fada” e ele concordou, confirmando que era mesmo uma princesa. Naquela época eu não sabia de nada, mas me lembro de sentir um volume firme entre as pernas dele, em baixo da minha bundinha. Hoje sei que ele ficara excitado de me ver sentada em seu colo com meus pesinhos de fada. Pronto, sempre que ele vinha, eu o cumprimentava e ele me colocava em seu colo, me chamando de princesa. Eu adorava a sensação de estar no colo dele, sentindo seu perfume seco e ele admirando meus pesinhos de menina. Também gostava de sentir o corpo dele quente e másculo. Conversávamos trivialidades, mas era como se tivéssemos um pacto de admiração mútua.

Quando meus pais se separaram, minha mãe contratou uma moça para ficar em nossa casa e cuidar de mim, pois ela continuava sendo uma executiva de negócios e viajando demais. Essa moça se chamava Giselma e era jovem, bonita de rosto, corpo um pouco roliço, mas bem proporcional. Tinha a pele clara, cabelos cor de mel, olhos também castanhos esverdeados, um rosto arredondado, maçãs do rosto sempre coradas, seios de bom volume, cintura estreita e quadril largo com a bunda redonda e bem empinada. Também tinha pernas bem feitas e seus pés, embora fossem meio gordinhos, eram pequenos e elegantes com dedinhos curtos e bem feitos. Era uma figura agradável, simpática, muito calma e atenciosa. Acostumei-me logo com ela e quando minha mãe viajava, ela cuidava da casa, me levava no jardim de infância, depois me pegava, cozinhava, cuidava da roupa e da casa. Em pouco tempo eu passei a viver mais tempo com ela do que com minha mãe. E ela sempre foi muito cuidadosa comigo, me dava banho, de banheira ou de chuveiro, me vestia, me ajudava nas lições e me fazia dormir. Foi com ela que passei a aprender muitas coisas e estabelecemos uma camaradagem tão grande que quando minha mãe viajava, eu dormia junto com ela em sua cama. Era gostoso sentir o calor dela em meu corpo. No início dormíamos de camisola, mas uma vez estava calor e ela dormiu nua. Na noite seguinte eu também quis dormir nua e ela deixou, mas pediu segredo para que minha mãe não se zangasse conosco. Achei natural e concordei. Nossa, que gostoso foi sentir o corpo dela colado no meu. Os seios de bicos rosados eram firmes e bonitos. A partir daquele dia, quando dormíamos juntas era sempre sem roupa. Eu não sabia ainda, mas estava aprendendo o prazer de sentir a sensação sensual de ter outro corpo quente em contato com o meu. Mas não houve nenhum tipo de abuso dela. Ela me tratava com muito carinho. Com o tempo, ela foi me ensinando o poder que os pés tinham sobre as pessoas. Ela também elogiava meus pés, me fazia massagens e dizia que pés como os meus tinham um poder de atração muito grande. Ela me ensinou a reparar como as pessoas olhavam para eles. Quando íamos à rua ou ao supermercado, ela me ensinou a observar o olhar das pessoas. Com ela aprendi a escolher sandálias, tratar dos pés, fazer as unhas e até pintar. Minha mãe voltou de uma viagem e notou minhas unhas pintadas e quando questionou Giselma sobre aquilo ela explicou que estava me ensinado a cuidar de minha higiene pessoal. Minha mãe achou bom e a partir daquele dia eu passei a usar as unhas pintadas de esmalte branco ou rosa claro. E notei que de fato, todas as pessoas olhavam meus pés, me admiravam e mesmo disfarçando, ficavam como que hipnotizadas diante deles. Eu comentei aquilo com Giselma, que me disse como proceder. Que deveria fazer movimentos com os dedinhos, que poderia retirar da sandália, ou somente exibir mais os pés, e veria como as pessoas ficaram atentas e atraídas por eles. Assim fiz e constatei que ela tinha razão. Ela me ajudava a escolher sandálias e calçados. Quando completei sete anos eu já estava uma menina bem graciosa. Nessa altura, estava aprendendo a gostar de coisas e sensações mais sensuais. As roupas delicadas, a suavidade dos tecidos, a sensação da pele quando acariciada. Giselma me passava creme hidratante após o banho em todo o corpo, me ensinava a tratar da pele, deixando-a macia e sedosa. Dizia que era outro ponto forte de atração das pessoas e de admiração. Eu gostava daquela sensação dela me acariciando e muitas vezes minha pele se arrepiava. Ela contou que era uma coisa sensual. Eu quis mais explicações e ela disse que só falaria seu eu guardasse total segredo. Eu concordei e ela então me explicou que as pessoas são sensíveis a sensações que dão prazer. Coisas que são gostosas. Ela exemplificou:

– Quando você está dormindo comigo, não sente uma sensação gostosa no calor do nosso corpo?

Concordei e ela me disse que aquilo era uma sensação sensual do mesmo modo que eu gostava quando ela me passava creme no corpo ou quando massageava meus pés, ou escovava meus cabelos.

Quis saber mais sobre aquilo e ela disse que ia me ensinar um monte de coisas que eram sensuais, mas precisava que eu fosse muito discreta com tudo, um segredo a preservar.

Naquele dia, ela me deu um banho mais demorado, me alisava com muita atenção, e eu sentia um grande prazer com aqueles cuidados. Na hora de passar creme ela me mostrou como a minha pele se arrepiava. Ela me deu um beijo na nuca e eu senti uma sensação muito gostosa, que me colocou com a pele toda arrepiada. Assim começaram as minhas de sensações sensuais. Eu reparei que os meus mamilinhos de menina ficavam durinhos com aquelas carícias e os dela, enormes e pontudos também, empinados e de bicos altos. Ela disse que eram sensações sensuais e que dali para frente começava a educação sexual. Giselma era uma moça muito cuidadosa, me explicou sobre sexo, que as pessoas gostam de praticar, que dá muito prazer, mas que temos que ser muito dissimulados sobre isso. Eu queria saber mais e ela prometeu que me ensinaria com calma, mas se eu jurasse segredo total. Claro que eu estava encantada e jurei sigilo absoluto. Ela então me ensinou a beijar, com calma, foi me educando, até que nossas línguas já provocavam sensações deliciosas. Aprendi a beijar na boca e o calor que me dava sentir ela me beijando. Depois me mostrou como era gostosa a sensação de beijar nos seios. Mamei em seus peitos e ela me beijou nos mamilos. Foi delicioso. Estávamos nuas no banheiro e ela me mostrou a xoxota, depilada, mas volumosa, de grandes lábios estufados. Ela abriu as pernas e me fez conhecer cada parte de uma xoxota. Mostrou-me o clitóris e explicou sua sensibilidade. Quando ela me faz abrir minha própria xerequinha e me tocar com delicadeza, senti um calor delicioso. Aos poucos, enquanto aprendia de anatomia, aprendia também sobre sexo, e sobre tudo que dava prazer.

Foram dias deliciosos aqueles. Eu não via a hora de voltar da escolinha para poder começar as minhas lições. E Giselma era uma grande professora, pois jamais deu uma conotação de abuso, ou de tara nas nossas experiências. Aos poucos aprendi a me masturbar e também aprendi que podia masturba-la, levando-a a gozos incríveis. No começo aprendi a mamar em seus seios. Depois a toca-la na xoxota. Ela também me tocava e me provocava prazeres deliciosos. Éramos cúmplices. Ele também me acariciava no ânus e me ensinou como é sensível e dá prazer o toque no cuzinho. Logo fiquei viciada naquele prazer delicioso, o dedo dela me acariciando o ânus e pressionando como se fosse me penetrar. Em pouco tempo eu já sabia gozar muito bem, e adorava tudo aquilo. Ela dizia que com meninos, rapazes e com homens, seria muito bom também, mas que teria que ter muito cuidado. Giselma, hoje eu sei, foi uma professora maravilhosa. Tinha sido prostituída desde os 13 anos e durante quase dez anos. Era uma mulher muito experiente aos 23 anos. Aquele emprego em nossa casa representava para ela uma nova vida. E eu serei eternamente grata a tudo que fez por mim.

Quando minha mãe estava em casa, nós evitávamos muita intimidade, mas muitas vezes, minha mãe saía com o namorado e nós duas aproveitávamos para nos chupar e acariciar deliciosamente. Giselma já havia me dado um toque e eu pude reparar que quando o namorado de minha mãe me colocava no colo, ele ficava excitado e o pinto dele se avolumava a ponto de me pressionar na bunda. Eu gostava daquilo e aproveitava para provocar mais ainda. Uma vez, sentei no sofá e disse que meu pé estava doendo. Ele segurou neles e fez uma massagem e eu percebi que parecia bem perturbado. Depois eu comentei com Giselma e ela me explicou que aquilo o deixava excitado, comprovando que ele já percebia a mulher sensual que eu viria a ser. Eu achava aquilo o máximo. E com as lições de Giselma, fui descobrindo e aprendendo todo o poder de sedução que posso fazer com meus pesinhos de fada. Giselma então, um dia, contou para minha mãe que eu fizera perguntas sobre sexo, e se minha mãe autorizava que ela me explicasse. Minha mãe recomendou que tivesse cuidado, mas disse que fosse direta e falasse a verdade. Aquilo nos deu um certo álibi e eu pude também conversar com minha mãe, fazer perguntas, obrigando-a a falar sobre educação sexual. Aquilo me deu mais liberdade e minha mãe passou a me tratar como adolescente.

Quando ia visitar meu pai, nos finais de semana que podia ficar com ele, eu via o quanto, até ele se sentia atraído, encantado e admirado pelos meus pés. Eu, instruída por Giselma, pedia massagens, sentava em seu colo, abraçava, falava que gostava do cheiro do perfume dele. Percebia que meu pai gostava muito daquilo, mas fazia um esforço muito grande para disfarçar o quanto aquilo o provocava. Quando eu voltava para casa, contava para Giselma, que me explicava muitas coisas que eu não entendia. Nossa intimidade cresceu bastante. Nos tornamos amantes, ela me chupava maravilhosamente e eu retribuía nela. Aos poucos aprendi também a penetra-la com um consolo de silicone e ela adorava. Mas em mim, dizia que eu deveria conservar a virgindade por mais algum tempo. Os anos foram passando e a cada ano eu aprendia mais. Dos oito aos doze anos eu aprendi tanto com ela que hoje fico admirada com a sabedoria com que ela me educou.

Giselma também tinha dias de folga, quando minha mãe voltava de viagens, ela se ausentava dois dias, um final de semana inteiro. Ou então quando eu ia para a casa de meu pai. Eu sentia falta do aprendizado e da intimidade que tinha com ela, mas suportava bem, uma vez que sabia ser uma ausência passageira.

Num desses finais de semana, minha mãe recebeu o namorado em nossa casa e Giselma estava de folga. Fiquei então mais discreta em meu quarto, deixando minha mãe namorar tranqüilamente. Mas no domingo de manhã, minha mãe saiu cedo para um compromisso, e nos deixou dormindo. Quando acordei escutei um barulho na cozinha e pensando que era Giselma que tinha voltado, me levantei e nua como estava fui para a cozinha. Quando cheguei na copa deparei com o namorado de mamãe de pé completamente nu, tomando um copo de suco de laranja. Eu levei um susto, mas ele se controlou e sorrindo falou como se estivéssemos acostumados a ficar daquele jeito:

– Oi Mel, bom dia. Quer um suco de laranja?

Eu não sabia como agir, mas gostei de ver ele pelado, o pinto grande ligeiramente empinado entre as pernas. O volume de pentelhos escuros em volta do saco. Tentei disfarçar minha surpresa e consegui responder um “sim”, meio acenado, meio sussurrado. Ele falou:

– Não tenha vergonha, você é uma menina muito bonita, e em casa pode ficar sem roupa. Afinal, somos da mesma família.

Eu estava sentindo uma excitação muito grande de ter aquela intimidade com ele, e gostei do fato dele me tranqüilizar. Aceitei o copo de suco que ele me oferecia e enquanto bebia, percebi que o pau dele estava maior e mais rígido. Ele continuava impassível me observando. Tomei o suco e não conseguia tirar o olho do pau grosso que naquela altura já estava empinado. Ele falou:

– Você nunca viu um homem nu? Olhe à vontade. Este é meu pinto. Você tem xoxotinha como sua mãe e eu tenho pinto. Ele fica duro quando chega perto de mulher bonita. E você já é uma linda menina.

Fiquei sem saber o que dizer. Mas gostei dele falar daquele jeito. Ele falou:

– Um dia você vai saber mais sobre isso, agora é muito novinha.

Eu estava trêmula de nervoso, sentia uma vontade louca de segurar naquele pinto empinado. Meio sem graça, pedi licença indo correndo para meu quarto. Ele foi para o de minha mãe. Quando mais tarde nos reunimos para almoçar, ele fingiu que nada havia acontecido e eu fiz a mesma coisa. Eu nem imaginava que começava ali um processo de desejo entre nós que culminaria com a perda da minha virgindade para ele. Mas essa será na prima estória.

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