Um cheiro na noite

Ola Pessoal! Meu Nome é Cláudio, sou universitário e moro em Salvador – Ba. Eu sou como vocês mais um amante incessante dos pés femininos e irei contar a vocês uma dentre muitas histórias reais de fetiche que aconteceu comigo. Aliás modéstia a parte eu sempre tive sorte de encontrar um pé dando sopa descansando numa cama bem quentinho. A minha “formação” de podólatra aconteceu quando eu tinha mais ou menos 6 anos quando por ventura estava dormindo na cama de minha tia e percebia que ao cheirar a transpiração dos seus pés o meu pênis ia se endurecendo aos poucos e com o tempo isso me pareceu muito natural e desde então quando tenho oportunidade avanço nos pés de algumas primas minhas que geralmente vem dormir aqui em casa quando tem festa. A minha família é grande e é do tipo em que os parentes dormem na nossa casa sem problema.

Eu me sinto como um vampiro à noite, saio atrás de algo que move minha alma e não consigo dizer não. Sou exigente, gosto de pés bem torneados e unhas bem feitas. O Design ,a silhueta e o odor é fundamental!  Eu sempre acho uma mulher linda pelo tratamento que esta dá aos seus pés.

Sempre ataco minhas “vitimas” à noite sempre em um profundo sono, mas já aconteceu casos de eu dominar lindos pés em plena luz do dia com todos aqui em casa!  Talvez algum dia eles me pegarão mas eu sei que não irei parar …

Bom essa experiência que eu tive foi sensacional …  já faz mais ou menos 2 anos. Eu tinha viajado de férias para a casa de minha tia no interior, era época de festa junina e eu não iria perder. Minha tia tem uma filha (minha prima) que sempre sai comigo quando vou lá. Infelizmente ela não é bonita e nem os seus pés mas é uma pessoa superlegal. Chegando lá minha prima me disse que uma amiga dela de Brasília estava chegando com seus pais e iria passar 2 dias em sua casa (pegaria a festa junina) para depois seguir viajem de férias  para Salvador.

Assim que ela chegou  + ou – 17:00hs,  quase tive um ataque cardíaco, era uma linda morena, 17 anos, com um corpo impecável. Não tinha seios fartos mas possuia um corpinho de violão e um rostinho angelical e estava de tênis quando chegou.  Eu fiquei com o sangue gelado imaginando o que deveria estar dentro daquele indesejável tênis. Batemos um longo bapo na sala; eu, minha tia, minha prima e os seus pais e percebi pela conversa que ela tinha namorado (merda) e que nunca tinha ido a Salvador. Depois disso ela disse que estava cansada e que iria tomar um banho, tomaria café e depois cama.

Quando ela estava no banho eu comecei a enganar a mim mesmo: dizendo que os pés dela eram horríveis e mal feitos e que eu nunca teria a chance de tocar os meus lábios em suas solas e dedinhos graciosos. Além disso eu nunca iria dormir no mesmo quarto que elas. Puro engano … ! Primeiro que os seus pés eram os mais delicados que jamais vi em toda a minha vida! Suas unhas, dedos, calcanhar e peito do pé … perfeitos.

Além disso minha tia disse que eu, minha prima e sua amiga  iriam dormir na sala pois os pais dela iriam dormir no quarto … inacreditável! Eu me senti como se tivesse um gênio a satisfazer todos os meus desejos

… Assim que caiu a noite e o sono começou a imperar na escuridão a minha sede por mais um lindo pé estava por vim. Eu estava suando no cobertor imaginando em que posição ela estaria, como os seus delicados pés estavam dispostos, se ela tinha sono pesado ou não, se os seus pés tinham odor ou não … nossa quanta coisa pensei naquela noite!

Então fui ao ataque, o meu pênis já estava um mastro de navio, cheguei de mansinho no sofá onde ela estava e percebi que ela estava dormindo de barriga para baixo e um de seus pés estava caindo para fora do sofá com a coberta o cobrindo levemente … a minha pulsação já devia estar a uns 200 e ai de uma forma sutil comecei a sentir o odor que vinha dos seus pés … ai ai … um odor indescritível, uma mistura de perfume de sabonete com as solas de sua sandálias …  eu não estava acreditando. Sem perder tempo comecei a cheirá-lo devagarinho, milímetro a milímetro –  ela se mexeu um pouquinho mas só se ajeitou – estava num sono pesado, gozei um tempo depois e mesmo assim continuei.  Comecei a  lamber toda a sua sola até minha língua e minha boca perder toda a saliva – não sei quanto tempo fiquei  lambendo  queria que fosse para todo o sempre … !  Passei depois para os dedinhos, ah que dedinhos! Chupei cada um deles e percebendo, a cada instante, que ela tinha um sono pesado comecei a mexê-los em minha boca – num balé rítmico incessante.  Me senti de novo um vampiro triunfante, sugando horas e horas seu líquido precioso de uma vítima indefesa que nunca soube o que aconteceu naquela noite …

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